segunda-feira, fevereiro 16, 2026

"Minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas," diz a eterna Primeira Dama de São José do Campestre, Nega do Nenêm Borges

 


"Minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas," diz a eterna Primeira Dama de São José do Campestre, no Rio Grande do Norte, Nega do Nenêm Borges, a principal liderança política da oposição a segunda colocada nas eleições de 2024, ao legendar uma foto que publicou em seu Instagram, nesta segunda feira de Carnaval, 16 de fevereiro.


 Vivemos em um mundo onde muitos medem vitórias por aplausos, cargos, bens materiais ou reconhecimento público, Para Nega do Nenêm Borges, a segunda colocada nas eleições municipais de 2024, em São José do Campestre, há conquistas que não aparecem nas manchetes, não recebem medalhas e nem sobem ao pódio. São silenciosas, profundas e transformadoras. A maior delas é a paz interior. Por isso, afirmar que “minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas” é reconhecer que as lutas enfrentadas ao longo da vida não foram em vão — elas moldaram caráter, fortaleceram a fé e ensinaram a resiliência.

Para esta mulher cada batalha travada, seja contra dificuldades financeiras, desafios familiares, decepções, perseguições ou crises emocionais, deixa marcas. Algumas ferem, outras ensinam. Mas todas têm o potencial de nos amadurecer. A verdadeira vitória não é sair ileso, e sim sair mais forte, mais consciente e mais equilibrado. A paz não significa ausência de problemas; significa a capacidade de permanecer firme mesmo quando os ventos sopram contrários.

Há quem pense que vencer é derrotar o outro, para Nega do Nenêm Borges, no entanto, as maiores batalhas são internas: vencer o medo, controlar a ansiedade, superar o orgulho, perdoar quem nos feriu e continuar acreditando quando tudo parece desabar. Cada vez que escolhemos não revidar com ódio, não responder com arrogância, não desistir diante do cansaço, estamos conquistando algo muito maior do que qualquer prêmio externo — estamos conquistando paz.

Essa paz é fruto de escolhas. Escolher não carregar pesos desnecessários. Escolher confiar em Deus mesmo quando não entendemos os caminhos. Escolher manter a dignidade quando somos testados. Escolher seguir em frente, mesmo com cicatrizes. A paz nasce quando entendemos que nem toda batalha precisa ser travada e que algumas vitórias acontecem quando simplesmente decidimos não alimentar conflitos.

Muitas vezes, as lutas nos ensinam que não precisamos provar nada para ninguém. Quem conhece a própria história sabe o quanto custou cada passo dado. A serenidade que hoje habita o coração foi construída em meio a noites difíceis, lágrimas silenciosas e orações persistentes. É um troféu invisível, mas extremamente valioso.

A paz também é sinal de maturidade. É compreender que nem todas as opiniões importam, que nem toda crítica merece resposta e que o tempo é o maior juiz das atitudes humanas. Quem alcança a paz interior passa a valorizar mais o equilíbrio do que a vaidade, mais a consciência tranquila do que a aprovação alheia.

Em um tempo de disputas constantes, onde muitos vivem em guerra por poder, reconhecimento ou status, escolher a paz é um ato de coragem. É dizer que a saúde emocional, a fé e a família valem mais do que qualquer embate desnecessário. É entender que algumas batalhas foram necessárias para nos ensinar limites, fortalecer convicções e mostrar quem realmente está ao nosso lado.

Quando alguém declara que sua paz é o troféu de todas as suas batalhas, como fez Nega do Nenêm Borges, está dizendo que venceu — não porque destruiu adversários, mas porque não perdeu a essência. Venceu porque não deixou que a amargura ocupasse o lugar da esperança. Venceu porque aprendeu que a maior conquista é dormir com a consciência tranquila.

No fim das contas, os aplausos cessam, os cargos passam, os títulos mudam. Mas a paz permanece. E quem a conquista sabe: esse é o maior prêmio que a vida pode oferecer.

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