terça-feira, abril 14, 2026

Ex Primeira Dama de São José do Campestre RN Nega do Nenêm Borges sofre tentativa de homicídio dentro de sua propriedade

O caso causa revolta na população, que em 2023, viu seu grande líder assassinado o então prefeito Neném Borges esposo da vítima. A pergunta é: sua viúva também será vítima??



 Segundo o Bom Jesus na Mídia @bomjesusnamidia ,uma grave ocorrência foi registrada neste sábado no município de São José do Campestre. 


A ex-primeira-dama Nega de Neném Borges foi vítima de uma tentativa de homicídio dentro de sua propriedade.


De acordo com informações preliminares, duas mulheres armadas com faca invadiram o local e tentaram atacar a ex-primeira-dama. 


O crime gerou grande repercussão na cidade e mobilizou a população local. 


Apesar da violência da ação, ainda não há confirmação oficial sobre o estado de saúde da vítima, nem detalhes sobre a motivação do ataque. 


O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.


Nega de Neném Borges é viúva do ex-prefeito Neném Borges, que foi assassinado em 2023 dentro de sua residência, crime que também causou grande comoção na região. 


A tentativa de homicídio reacende o clima de preocupação e insegurança no município, diante de mais um episódio grave envolvendo uma figura pública ligada à política local.

Protagonismo de Patrícia Santos é visto na brilhante ação da gestão do prefeito Edilson Alvorada na semana Santa em Palmerandia

 


Mesmo não sendo dia de TBT, esta terça-feira, 14 de abril, é uma excelente oportunidade para relembrar uma ação que marcou positivamente a população de Palmeirândia, na baixada maranhense, e que continua repercutindo até hoje: a entrega do peixe durante a Semana Santa realizada pela gestão do prefeito Edilson Alvorada.

A iniciativa vai muito além de uma ação pontual. Ela carrega um forte simbolismo social, cultural e econômico. Dois aspectos chamam atenção de forma especial: a qualidade do pescado, entregue fresco à população, e a forma organizada e abrangente da distribuição, que conseguiu alcançar praticamente todas as famílias do município, garantindo dignidade e respeito às tradições da Semana Santa.

Outro ponto que merece destaque é a sensibilidade da gestão em adquirir o peixe dentro do próprio município. Essa decisão fortalece a economia local, gera renda, valoriza os trabalhadores da pesca e movimenta o comércio, mostrando que é possível aliar políticas sociais com desenvolvimento econômico. É uma ação que beneficia em cadeia toda a população.

Nesse contexto, a atuação da primeira-dama e secretária de Assistência Social, Patrícia Santos, se destaca de maneira especial. Ao lado do prefeito e de toda a equipe, ela participa ativamente da organização e da entrega, demonstrando compromisso, proximidade com o povo e sensibilidade social. Sua postura atenciosa, humilde e trabalhadora faz toda a diferença no sucesso das ações.

A importância de uma primeira-dama assumir a Secretaria de Assistência Social está justamente nessa conexão direta com quem mais precisa. Quando há dedicação verdadeira, conhecimento da realidade local e presença constante nas comunidades, as políticas públicas se tornam mais humanas e eficazes. A figura da primeira-dama, nesse papel, deixa de ser apenas simbólica e passa a ser protagonista na promoção do bem-estar social.

Em Palmeirândia, esse modelo tem mostrado resultados concretos. A união entre gestão eficiente, sensibilidade social e compromisso com a população transforma ações simples em grandes exemplos de cuidado com as pessoas. E é exatamente isso que faz com que iniciativas como a entrega do peixe ultrapassem o momento em que acontecem e permaneçam vivas na memória e no reconhecimento do povo.

A força de Patrícia Santos não está em sua beleza ou encanto feminino, mas sim na sua essência como mulher pública comprometida com as causas sociais e com o bem-estar da população.

Sua verdadeira força se revela na sensibilidade em enxergar as necessidades de quem mais precisa, na disposição de estar presente nas comunidades, ouvindo, acolhendo e buscando soluções reais. É no trabalho diário, muitas vezes silencioso, que ela constrói uma imagem sólida de dedicação, responsabilidade e respeito ao próximo.

À frente da Assistência Social, Patrícia Santos demonstra que liderança não se impõe, se conquista. E ela conquista através da humildade, da atenção aos detalhes e do cuidado com as pessoas. Sua atuação vai além de um cargo: é uma missão de servir, de fazer a diferença na vida de cada família atendida.

Em um cenário onde muitas vezes a política é marcada por discursos, Patrícia se destaca pela prática. Sua força está na ação, no compromisso e na capacidade de transformar políticas públicas em resultados concretos para a população.

É esse conjunto de qualidades que a torna uma figura importante dentro da gestão, alguém que não apenas representa, mas que verdadeiramente trabalha pelo povo, com empatia, firmeza e propósito.




O futuro chegou mais cedo em Paulino Neves!!



O futuro chegou mais cedo em Paulino Neves! 


Alcançamos 83% de alfabetização, superando agora a meta que era prevista apenas para 2030. Esse resultado histórico, acima das médias nacional e estadual, é fruto da dedicação dos nossos professores e de todos os profissionais da educação.


Obrigado a quem transforma a vida das nossas crianças com compromisso e determinação! 


Fonte: Inep/MEC


Alcançar 83% de alfabetização, superando uma meta que estava prevista apenas para 2030, é mais do que um número: é a prova de que quando há compromisso, investimento e valorização da educação, os resultados chegam — e chegam antes do esperado.

Esse avanço histórico, acima das médias nacional e estadual, demonstra que o trabalho realizado está no caminho certo. A alfabetização na idade adequada é a base de toda a trajetória educacional de uma criança. É nesse momento que se constrói não apenas a capacidade de ler e escrever, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia e das oportunidades futuras.

Esse resultado também evidencia o papel fundamental dos professores, verdadeiros protagonistas dessa conquista. São eles que, com dedicação, paciência e amor pela profissão, transformam realidades dentro da sala de aula. Da mesma forma, é preciso reconhecer o esforço coletivo de toda a rede de ensino — gestores, coordenadores, equipe de apoio e famílias — que caminham juntos por uma educação de qualidade.

Superar essa meta antes do prazo previsto reforça que investir em educação é investir no futuro. É garantir que nossas crianças tenham mais oportunidades, que nossa sociedade seja mais justa e que o desenvolvimento do município aconteça de forma sólida e duradoura.

Mais do que celebrar, esse momento também nos convida a seguir avançando, fortalecendo políticas públicas educacionais e mantendo o compromisso com cada aluno. Afinal, educar é transformar vidas — e os números mostram que essa transformação já está acontecendo.







A Carreira Politica do Presidente Castelo Branco.




Humberto de Alencar Castelo Branco (1897-1967), o 26º Presidente do Brasil nasceu em Fortaleza, Ceará, no dia 20 de setembro de 1897, filho do oficial do Exército Cândido Borges Castelo Branco e de Antonieta de Alencar Castelo Branco. Entre seus ancestrais figura o romancista e ministro da Justiça do Império José de Alencar (1829-1877).  


Humberto iniciou sua carreira na Escola Militar de Rio Pardo, no Rio Grande do Sul.  Integrou as forças legalistas que viriam a enfrentar e vencer revoltas internas eclodidas em São Paulo, no ano de 1925. Em seguida, retornou para a Escola Militar de Realengo como instrutor de Infantaria em 1927. 


Participou, como muitos outros tenentes de sua época, da Revolução de 1930. Foi também chefe da 3a. Seção (Operações) da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, permanecendo durante trezentos dias nos campos de batalha. Ainda fora do Brasil Castelo Branco foi informado de que Vargas havia sido deposto no dia 29 de outubro de 1945 por um golpe militar chefiado pelos generais Dutra e Pedro Aurélio de Góis Monteiro.


Em março de 1952 Castelo apoiou a constituição da Cruzada Democrática, movimento formado por oficiais preocupados com a infiltração comunista no meio militar.  Diante da conjuntura de agosto de 1954 após o atentado da Rua Tonelero, Castelo Branco alinhou-se aos jovens oficiais e a altas patentes do Exército que, com o apoio da Cruzada Democrática, procuraram forçar Vargas à renúncia.  No dia 23 de agosto, juntamente com vários almirantes e generais, Castelo Branco assinou um documento elaborado por 30 brigadeiros em favor da renúncia de Vargas.


Apesar de Castelo Branco ressaltar em suas preleções na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército que o primeiro dever de um bom oficial era manter o Exército longe da política, os mais destacados líderes militares vinham demonstrando uma crescente tendência a intervir no processo político em curso. Apesar de ter apoiado o movimento de 11 de novembro 1955 em defesa do governo, Castelo Branco não conseguiu convencer os instrutores e alunos do Estado-Maior do Exército de que a atitude do ministro da Guerra era justa, e quase todos eles assinaram um manifesto em que condenavam “a traição de Lott"


Quando da Revolta de Aragarças, deflagrada no início de dezembro de 1959 por oficiais da Aeronáutica contrários a Kubitschek, Castelo Branco comentou em carta ao tenente-coronel Nílton Freixinho que havia, “um erro de visão: o de que o Brasil não pode melhorar dentro do regime constitucional”. Afirmava ainda que “só se faz uma revolução dentro de uma ideologia e impelido por uma forte corrente da opinião pública. O Brasil não quer quarteladas, nem revolução, pelo menos no período que atravessamos"


Em 1960 Castelo Branco foi nomeado diretor de Ensino e Formação do Exército, tornando-se responsável pela coordenação dos colégios militares, dos centros de preparação de oficiais da reserva e da Academia Militar das Agulhas Negras, o que o colocou em contato com as escolas superiores e de especialização do Exército.


Preocupado com as divisões ocorridas no seio das forças armadas em conseqüência da crise nos últimos meses de 1961 a tônica de seus discursos nas escolas de nível superior do Exército foi sempre a conclamação aos líderes para que restabelecessem a unidade e revigorassem o espírito militar. Alertando sempre para os “perigos da ideologia comunista”, afirmava que os militares que colocassem a doutrina comunista acima do compromisso de defender as instituições da nação deveriam exonerar-se das forças armadas.


O episódio ocorrido em maio de 1963 no Nordeste, envolvendo o deputado federal petebista Leonel Brizola e o comandante da Guarnição do Exército em Natal, general Antônio Carlos Murici, constituiu-se, segundo Hélio Silva, na primeira manifestação coletiva dos militares de alta patente contra o governo João Goulart. Brizola acusou o general Murici de “gorila” e “golpista”, criticando suas atitudes contra Goulart e ele próprio, Brizola, na crise da renúncia de Quadros em 1961.


No dia 8, tendo recebido o relatório de Castelo Branco, Kruel dirigiu-se a Goulart pedindo-lhe providências para que Brizola não mais atacasse os comandantes de tropas.  A conspiração militar contra o governo Goulart passava a tomar corpo, articulada sobretudo no Rio de Janeiro por Cordeiro de Farias, Nélson de Melo, Ademar de Queirós, Murici, Orlando Geisel, José Pinheiro Ulhoa Cintra, Costa e Silva, Golberi. Embora ciente de que Castelo Branco se mantinha legalista, o grupo de conspiradores procurou paulatinamente articular-se com ele, que, como chefe do EME, ocupava um alto posto de comando, mais especificamente o segundo na hierarquia militar. Naquele momento, no entanto, a maioria dos oficiais superiores era legalista ou simplesmente não-ativista, embora estivesse apreensiva com os rumos do governo Goulart e em particular com o problema da disciplina e da unidade militar.


Entre os meses de novembro e dezembro de 1963, Castelo Branco esboçou um plano de reorganização do Exército por acreditar na necessidade de uma adequação da organização militar à evolução político-social-econômica do país. Castelo Branco mostrava-se assim preocupado em reformular a doutrina militar do Brasil, sobretudo na parte que dizia respeito à guerra revolucionária  conforme discurso proferido no Estado-Maior em novembro de 1963. Nesse discurso, referindo-se à questão da legalidade, Castelo Branco afirmou ser “compreensível a sua inadequabilidade para promover a evolução política, econômica e social do Brasil”. Segundo Foster Dulles, “embora nos meses seguintes Castelo continuasse a defender a adesão à legalidade, tal como sempre fizera no passado, admitira nesse discurso que as circunstâncias eram tais que impediam a legalidade de salvar a situação”.


O clima de radicalização política do país, que se acelerou em dezembro de 1963 e início de 1964 tanto por parte dos setores pró-Goulart, quanto dos setores oposicionistas, acabou por convencer Castelo Branco da necessidade de formular um plano que evitasse um golpe do governo. Por essa razão, Castelo reuniu-se em fins de janeiro com Cordeiro de Farias, um dos mais destacados articuladores da derrubada de Goulart, e com Ademar de Queirós, o que marcou o início de uma aproximação entre os conspiradores 


Na manhã do dia 31 de Março, com o objetivo de deflagrar o movimento anti-Goulart, o general Mourão Filho partiu de Juiz de Fora com seus homens em direção ao Rio. Considerado precipitado, o gesto de Mourão surpreendeu a oficialidade, inclusive Castelo Branco, que entrou imediatamente em contato com Magalhães Pinto para que fosse emitida uma ordem de volta aos quartéis. Diante da negativa de Magalhães Pinto, sob o argurnento de que as tropas já estavam próximas da fronteira de Minas com o estado do Rio de Janeiro, Castelo Branco avisou aos oficiais que não havia outra escolha a não ser apoiar o levante de Mourão Filho que, caso contrário, seria esmagado. Com o objetivo de fortalecer a ação no Sul do país, Castelo Branco enviou nota ao general Adalberto Pereira dos Santos, onde definiu sucintamente os propósitos do levante, entre os quais garantir a ordem para a restauração da legalidade, eliminar o desenvolvimento do comunismo, restabelecer a Federação e defender as instituições militares.


Estando em sua casa na noite do dia 5 de Abril, após um convite feito pelos cinco governadores, que se haviam reunido com Costa e Silva naquele mesmo dia, e instado ainda por Juraci Magalhães, José Maria Alkmin e o deputado José da Costa Cavalcanti, Castelo Branco finalmente aceitou a indicação de seu nome para a presidência da República. Na ocasião foi informado de que a UDN, o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Social Progressista (PSP) eram favoráveis à sua candidatura. Mais tarde chegaram à sua casa os deputados udenistas mineiros Olavo Bilac Pinto e Pedro Aleixo, juntamente com o jurista Carlos Medeiros Silva, que trazia o rascunho de um ato adicional, dias depois promulgado como o primeiro ato institucional, que dispunha sobre algumas medidas tidas como necessárias à instalação do novo regime.


Estando em sua casa na noite do dia 5 de Abril, após um novo convite feito pelos cinco governadores, que se haviam reunido com Costa e Silva naquele mesmo dia, e instado ainda por Juraci Magalhães, José Maria Alkmin e o deputado José da Costa Cavalcanti, Castelo Branco finalmente aceitou a indicação de seu nome para a presidência da República. Na ocasião foi informado de que a UDN, o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Social Progressista (PSP) eram favoráveis à sua candidatura. Mais tarde chegaram à sua casa os deputados udenistas mineiros Olavo Bilac Pinto e Pedro Aleixo, juntamente com o jurista Carlos Medeiros Silva, que trazia o rascunho de um ato adicional, dias depois promulgado como o primeiro ato institucional, que dispunha sobre algumas medidas tidas como necessárias à instalação do novo regime.


Castelo tomou ainda várias medidas visando à criação dos instrumentos considerados necessários para garantir o novo regime implantado.


No dia 9 de abril de 1964, com o objetivo de punir os principais expoentes do governo anterior, agora considerados subversivos, o Comando Supremo da Revolução baixou o primeiro Ato Institucional (AI-1), cuja redação final foi de Francisco Campos. 


No dia 10 de abril, a junta militar divulgou a primeira lista dos atingidos pelo AI-1, composta de 102 nomes. Foram cassados os mandatos de 41 deputados federais e suspensos os direitos políticos de várias personalidades de destaque na vida nacional, entre as quais Goulart, Jânio Quadros, o secretário-geral do proscrito Partido Comunista Brasileiro (PCB), Luís Carlos Prestes, o governador deposto de Pernambuco Arrais, o deputado federal Brizola, além de magistrados, oficiais das forças armadas e numerosos líderes sindicais. No dia 11 de abril, 122 oficiais foram transferidos para a reserva.


No dia 25 de outubro de 1965 os líderes civis do movimento político-militar de março de 1964 (Lacerda, Magalhães Pinto e Ademar de Barros) romperam definitivamente com Castelo, em protesto contra a política econômico-financeira vigente e contra as medidas políticas adotadas. A partir daí Castelo passou a não ter mais esperanças em relação à aprovação das reformas políticas pelo Congresso. A essa altura a dissidência civil ia paulatinamente tomando corpo.


A crise que ameaçava derrubar o governo Castelo chegaria ao auge com o desenvolvimento de uma conspiração militar deflagrada no dia 5 de outubro, cuja liderança era atribuída ao general Afonso Augusto de Albuquerque Lima, chefe do Estado-Maior do I Exército. O próprio ministro da Guerra ocupou-se do caso, indo pessoalmente à Vila Militar, quartel-general da 1ª Divisão de Infantaria do Rio de Janeiro, e local onde se reuniam quase todos os oficiais do I Exército, de prontidão desde o dia 4. A ida de Costa e Silva à Vila Militar tinha o objetivo de demonstrar a unidade das forças armadas


Castelo reuniu-se Outubro de 1965  em Brasília com os ministros militares e o ministro da Justiça, ficando decidida a promulgação do Ato Institucional nº 2 (AI-2). Assim, em pronunciamento à nação no dia 27 de outubro, Castelo afirmou que “a Revolução brasileira, como todo movimento nacional, está submetida a contingências e a circunstâncias diversas”. No final do discurso, anunciou sua decisão de editar o AI-2, afirmando que “o poder constituinte da revolução, que lhe é intrínseco, tem por objeto não somente institucionalizar mas igualmente assegurar a continuidade da obra que ela se propôs a realizar”.


O AI-2 incorporou e radicalizou as medidas anteriormente propostas, fazendo cessar a vigência da Constituição de 1946 em muitas de suas disposições fundamentais. Além de extinguir os partidos políticos existentes e estabelecer eleições indiretas para a presidência da República, o novo ato reabriu o processo de cassações de mandatos e suspensão de direitos políticos. Concedeu também amplos poderes ao presidente, como a iniciativa exclusiva das leis sobre matéria financeira e a faculdade de ordenar o recesso do Congresso e legislar por decretos. O ato facilitava a intervenção federal nos estados, assim como a decretação do estado de sítio no país. Na esfera do Poder Judiciário, o AI-2 ampliou a competência da Justiça Militar, que passou a julgar os civis acusados de crimes contra a segurança nacional, além de aumentar de l l para 16 o número de juízes do STF.


No dia 5 de fevereiro de 1966 Castelo  editou o AI-3, que estabelecia eleições indiretas para os governos estaduais e fixava o calendário eleitoral. Assim, os governadores estaduais seriam eleitos em 3 de setembro de 1966, através de votação nominal, pela maioria dos membros das assembléias legislativas dos estados. Um mês depois, a 3 de outubro, seriam realizadas as eleições para a presidência da República e para o dia 15 de novembro estava marcada a eleição dos senadores e deputados federais e estaduais por via direta. Dessa forma, Castelo se esforçava em colocar nos postos-chave estaduais e municipais elementos que garantissem a continuidade do sistema implantado em 1964.


O governo Castelo Branco implementou o PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo), focado em estabilizar a economia, reduzir a inflação (de ~90% para ~25%) e modernizar o sistema financeiro. A gestão criou o Banco Central, o Conselho Monetário Nacional e o FGTS, adotando arrocho salarial e reformas tributárias 


O Estatuto da Terra (Lei nº 4.504), promulgado em 30 de novembro de 1964 pelo governo Castelo Branco, é o marco legal que regulamenta a reforma agrária e a política agrícola no Brasil. Ele estabeleceu a função social da propriedade, possibilitando a desapropriação de terras improdutivas.


O problema da energia nuclear no campo internacional foi ainda motivo de preocupação do governo Castelo, que participou da criação, em fins de 1964, da Comissão Preparatória para a Desnuclearização da América Latina (Copredal). Coube ao embaixador José Sete Câmara, chefe da delegação permanente na ONU, a elaboração das propostas apresentadas à Copredal, que definiriam a posição do Brasil no tocante à utilização da energia nuclear.


Durante o governo Castelo, o acontecimento internacional de maior amplitude foi a realização da II Conferência Interamericana Extraordinária na cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa da reunião coube ao Brasil, Guatemala e Uruguai, que desejavam a reformulação da Carta da OEA visando ao aperfeiçoamento e ao fortalecimento do sistema interamericano.


Em dezembro de 1965, o embaixador Lincoln Gordon transmitiu a Castelo o pedido do presidente Lyndon Johnson para que o Brasil colaborasse com os Estados Unidos na sua intervenção no Vietnã. Na ocasião, Johnson sugeriu a Castelo o envio de tropas terrestres, navios ou aviões, além de médicos e enfermeiros. Embora solidário com a posição norte-americana, Castelo não atendeu ao pedido, limitando-se à remessa de provisões para as populações sul-vietnamitas. Como decorrência da política de colaboração com os Estados Unidos, o Brasil se envolveu na guerra civil desencadeada em maio de 1965 na República Dominicana


Considerando que o Brasil deveria assumir responsabilidades inerentes à sua posição no continente e de acordo com seus princípios na área de política externa, Castelo se dispôs a enviar também tropas brasileiras para São Domingos. No dia 3 de maio, chegou ao Brasil o subsecretário de Estado dos Estados Unidos, que, em nome de Johnson, veio negociar o envio das tropas brasileiras, integrando um contingente militar interamericano. Três dias depois os ministros das Relações Exteriores dos países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) decidiram criar oficialmente a Força Interamericana de Paz (FIP) para a intervenção na República Dominicana.


Durante o governo Castelo, visitaram ainda o país os presidentes da Alemanha Ocidental (Heinrich Luebke — maio de 1964); do Senegal (Leopold Senghor — setembro de 1964); da França (Charles de Gaulle — outubro de 1964) e o xá do Irã (maio de 1965).


Também durante seu governo, foi assinada com o Paraguai a Ata das Cataratas, ficando estabelecido o princípio da exploração conjunta pelos dois países da energia de Sete Quedas. Castelo empreendeu ainda a reaproximação com Portugal e suas colônias africanas, propondo a criação de uma comunidade afro-luso-brasileira.


Ao encerrar o mandato, Castelo retirou-se da vida pública e voltou a lecionar na Escola Superior de Guerra. Vários elementos castelistas no entanto permaneceriam por certo tempo no governo Costa e Silva, constituindo-se como uma equipe notoriamente incompatibilizada com o novo presidente.


No dia 18 de julho de 1967, Castelo se dirigia a Fortaleza de volta de uma viagem à fazenda de uma parente, a escritora Raquel de Queirós, quando o pequeno avião que o transportava colidiu, na localidade de Mondubim (distrito de Fortaleza), com um caça a jato da base aérea da cidade. O acidente causou a morte do ex-presidente e de seus acompanhantes. Castelo Branco foi sepultado no Rio de Janeiro e, em julho de 1972, seus restos mortais e os de sua esposa — falecida em 1963 — foram levados para Fortaleza e depositados no mausoléu da Abolição, construído pelo arquiteto Sérgio Bernardes, junto ao palácio do governo.


A seu respeito, John W. Foster Dulles escreveu Castelo Branco: o caminho para a presidência (1979) e Presidente Castelo Branco — the Brazilian reformer (1980). Sobre seu governo especificamente, Luís Viana Filho escreveu O governo Castelo Branco (1975).


Vários logradouros foram nomeados em sua homenagem, como a  Rodovia Castelo Branco (SP-280): Principal rodovia de ligação entre a capital paulista e o oeste do estado.


Um município em Santa Catarina (antigo Dois Irmãos) e outro no Paraná receberam o nome de Presidente Castelo Branco. O município de Presidente João Goulart, criado no Amazonas em 1963, foi rebatizado Presidente Castelo Branco, mas deixou de existir ainda em 1964.


Fonte: https://atlas.fgv.br/verbete/1205.













segunda-feira, abril 13, 2026

Prefeita de Arari dá boas vindas ao novo Pastor do município



 Prefeita de Arari Maria Alves Muniz , Simplesmente Maria @simplesmentemariaoficial , escreveu: " Um dia especial para nossa igreja e nossa cidade! Com muita alegria, damos as boas-vindas ao novo Pastor Israel Silvestre e à Missionária Wellymha, que chegam para somar, fortalecer e conduzir o povo de Deus com fé, amor e dedicação.


A ocasião também contou com a presença do prefeito de São Mateus do Maranhão, Miltinho Aragão, fortalecendo ainda mais esse momento de união e fé.


Que essa nova jornada seja repleta de bênçãos, sabedoria e grandes conquistas espirituais para toda a Igreja Assembleia de Deus de Arari. Estamos felizes em recebê-los! 


Sejam muito bem-vindos! ", escreveu a prefeita de Arari, Maria Alves Muniz, carinhosamente chamada de Simplesmente Maria.



A harmonia entre o poder público municipal e as instituições religiosas tem se mostrado cada vez mais importante para o fortalecimento do tecido social. Em muitos municípios, as Igrejas Evangélicas desempenham um papel fundamental na promoção de valores, no apoio às famílias e no desenvolvimento de ações sociais que alcançam diretamente a população mais vulnerável.

Nesse contexto, a atitude da prefeita de Arari, Maria Alves Muniz, ao dar as boas-vindas ao novo pastor da Assembleia de Deus, demonstra sensibilidade, respeito e compromisso com todos os segmentos da sociedade. Trata-se de um gesto simbólico, mas de grande მნიშვნელância, que reforça a importância do diálogo institucional e da construção de parcerias que beneficiem o povo.

As Igrejas Evangélicas têm presença ativa nas comunidades, oferecendo não apenas orientação espiritual, mas também suporte social, emocional e até educacional. Projetos de recuperação de dependentes químicos, apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, ações de solidariedade e incentivo à formação de valores são apenas alguns exemplos do impacto positivo dessas instituições.

Quando um gestor municipal caminha em consonância com as igrejas, respeitando a laicidade do Estado, mas reconhecendo a relevância social dessas organizações, cria-se um ambiente mais propício para o desenvolvimento humano e social. Essa parceria contribui para ampliar o alcance das políticas públicas e fortalecer iniciativas que promovem dignidade e inclusão.

A recepção ao novo pastor da Assembleia de Deus em Arari marca, portanto, o início de um novo ciclo de diálogo e cooperação. É a união de esforços entre liderança política e liderança religiosa em favor de um objetivo comum: cuidar das pessoas e construir uma sociedade mais justa, solidária e acolhedora.

Gestos como esse mostram que governar também é saber ouvir, acolher e caminhar junto com aqueles que, diariamente, fazem a diferença na vida da população.




Mais um gesto nobre de Gordinho, grande líder político do Médio Sertão, que foi prefeito em Passagem Franca

 


O ex-prefeito de Passagem Franca, Gordinho, mais uma vez demonstra que a verdadeira liderança vai além dos mandatos e cargos públicos. Sua sensibilidade humana, algo que sempre marcou sua trajetória, continua sendo colocada em prática no dia a dia, agora fora da prefeitura, mas ainda muito presente na vida do povo.

Durante os oito anos em que esteve à frente do município, Gordinho construiu uma gestão memorável, pautada no compromisso, no cuidado com as pessoas e na busca constante por melhorias concretas para a população. Foram anos de trabalho intenso, com ações que deixaram marcas positivas e duradouras na história de Passagem Franca, este lindo município que fica no médio sertão maranhense.


Mesmo após encerrar seu ciclo como prefeito, ele segue mostrando que sua missão é maior do que qualquer mandato. Gordinho continua atuando com dedicação, promovendo iniciativas e contribuindo diretamente para o bem-estar da população, especialmente daqueles que mais precisam. Esse compromisso contínuo é o que diferencia líderes que verdadeiramente têm vocação para servir.

Um dos maiores exemplos dessa dedicação é a conquista do programa Minha Casa Minha Vida para o município. Mais do que viabilizar moradias, Gordinho foi além: com um gesto de grandeza e solidariedade, disponibilizou dois terrenos de sua propriedade para tornar possível a execução de um amplo programa de habitação. Uma atitude que revela não apenas visão política, mas, acima de tudo, humanidade e desprendimento em favor do coletivo.

Ao narrar essa conquista, Gordinho reforça que cada casa representa um sonho realizado, uma família acolhida e uma nova oportunidade de vida digna. É a prova de que quando há compromisso verdadeiro, os resultados chegam e transformam realidades.

Ao seu lado, Dr. Raúl do Gordinho segue firme, acompanhando de perto cada ação e se consolidando como uma inspiração política que nasce dentro de casa. Filho que se espelha no pai, Dr. Raúl demonstra que o legado de trabalho, humildade e compromisso com o povo está sendo construído com responsabilidade e continuidade.

Gordinho segue sendo exemplo de liderança que não se limita ao poder, mas que se estende ao cuidado com as pessoas. Sua atuação reafirma que política se faz com ações, com sensibilidade e com coragem de fazer o bem.

É isso aí, Gordinho! Mesmo fora da prefeitura, você continua fazendo a diferença, trabalhando em favor dos que mais precisam e mostrando que o verdadeiro líder nunca deixa de servir ao seu povo.


Assista ao vídeo e veja o quanto Gordinho ainda representa para a população de Passagem Franca.



Marcos Miranda Jr é o pré-candidato a deputado estadual do grupo político Silveira em Parnarama




 O cenário político de Parnarama ganha novos contornos com a definição de um nome para a disputa estadual dentro do tradicional Grupo Silveira. Em um momento de forte articulação e unidade, a escolha de Marcos Miranda Jr. @marcosmirandajr_ como pré-candidato a deputado estadual representa não apenas uma renovação, mas também a continuidade de um projeto político consolidado no município.


A decisão foi celebrada nesta quinta-feira, dia 9, reunindo importantes lideranças locais e estaduais. O jovem líder surge como um nome promissor, com perfil que alia juventude, preparo e respaldo político — características que o colocam como um forte concorrente no cenário eleitoral que se aproxima.

Estiveram presentes nesse importante momento o prefeito Juvenal Silva, que tem se destacado pela condução de uma gestão reconhecida como uma das mais eficientes da região, o ex-prefeito Raimundinho Silveira, uma das maiores lideranças políticas da história do município, com seis mandatos, e o secretário municipal de Planejamento Breno Silveira, que tem papel estratégico na administração e no fortalecimento do grupo.

O evento também contou com a presença de importantes nomes da política estadual e nacional, como o deputado estadual Othelino Neto e a senadora Ana Paula Lobato, que além de prestigiarem o ato, reforçam a aliança política que se consolida como peça-chave para o projeto eleitoral. A participação dessas lideranças amplia o alcance e a força do grupo, evidenciando um alinhamento estratégico que vai além dos limites municipais.

O Grupo Silveira, que tem como pilar a experiência de Raimundo Silveira, aliado à atuação administrativa de Breno Silveira e à liderança executiva do prefeito Juvenal Silva, demonstra mais uma vez sua capacidade de articulação e organização política. Trata-se de um grupo que acumula resultados, obras e presença constante junto à população, fatores que fortalecem ainda mais essa nova etapa.

A escolha de Marcos Miranda Jr. simboliza, portanto, um novo capítulo para Parnarama — um movimento que une tradição e renovação, experiência e juventude, com foco no fortalecimento da representatividade do município no cenário estadual. O momento é de celebração, mas também de construção de um projeto que busca ampliar conquistas e abrir novos caminhos para o desenvolvimento da cidade e da região.


 

"Dia de muita alegria em Parnarama! Tive a honra de prestigiar as comemorações dos 77 anos dessa cidade linda e acolhedora.


Parabéns ao nosso prefeito @juvenalsilvaprefeito e o nosso líder @raimundosilveira45 pela festa e, acima de tudo, pelo trabalho incansável que tem transformado a realidade do povo parnamarense," escreveu o jovem Marcos Miranda Jr, pré-candidato a deputado estadual.