segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Adriano Sarney: pelo menos até agora não se firmou como herdeiro político da Família

 


Adriano Sarney é um nome que carrega peso histórico por ser neto do ex-presidente José Sarney, mas, na avaliação de muitos observadores da política do Maranhão, não conseguiu consolidar um protagonismo próprio no cenário estadual.

Protagonismo político não se resume a ocupar mandato. Ele se constrói com presença constante nos grandes debates, liderança em pautas estratégicas, mobilização popular e capacidade de influenciar decisões. No Maranhão, onde o ambiente político é marcado por disputas intensas e lideranças com forte identidade pública, destacar-se exige posicionamentos firmes e projetos claros.

No período em que exerceu mandato na Assembleia Legislativa, Adriano teve participação parlamentar e atuação institucional. No entanto, sua imagem pública acabou sendo mais associada ao sobrenome que carrega do que a uma bandeira ou movimento liderado por ele próprio. Em política, identidade é tudo. Quando o eleitor não consegue associar o nome a uma causa específica ou a resultados concretos, o espaço tende a diminuir.

Além disso, o cenário político maranhense passou por mudanças significativas nos últimos anos, com novas lideranças emergindo e ocupando espaço nas redes sociais, nas ruas e nas articulações regionais. Esse novo ambiente exige comunicação estratégica, presença territorial e construção de base sólida.

Ter ou não protagonismo é algo que pode mudar ao longo do tempo. A política é dinâmica. Há quem amadureça, redefina estratégias e retorne com força. Mas, até o momento, a percepção predominante é que Adriano Sarney não conseguiu transformar seu capital familiar em liderança ativa e influente dentro da política estadual.


Por tanto Adriano Sarney carrega juventude, formação e um sobrenome de forte peso político por ser neto de José Sarney. No entanto,  ele não conseguiu se consolidar até agora como herdeiro natural do chamado “sarneísmo” — corrente política que marcou profundamente a história do estado por décadas.

Ser herdeiro político vai muito além da ligação familiar. Exige liderança clara, capacidade de mobilização, articulação forte nos bastidores e presença constante no debate público. O sarneísmo, enquanto força política, sempre foi caracterizado por comando firme, influência institucional e protagonismo estratégico. Nesse aspecto, muitos avaliam que Adriano não assumiu — ou não conseguiu assumir — esse papel com intensidade.

Embora tenha exercido mandato e ainda está participando  da vida pública, sua atuação acabou sendo percebida como discreta em comparação ao peso histórico do grupo político ao qual está ligado. Em um cenário maranhense que passou por transformações profundas, com novas lideranças surgindo e redesenhando o mapa político, manter hegemonia exige reinvenção, comunicação ativa e construção de base popular consistente.

A juventude poderia ser um diferencial competitivo — energia, renovação e diálogo com novas gerações — mas isso precisa vir acompanhado de projeto político definido e identidade própria. Sem isso, o espaço tende a ser ocupado por figuras mais combativas ou estrategicamente organizadas.

No fim, o tempo ainda pode redefinir trajetórias. A política é feita de ciclos. Porém, até aqui, a percepção predominante é que Adriano Sarney não se afirmou como o sucessor natural da tradição política construída por sua família no Maranhão.

Escola de samba que homenageou Lula satirizou família tradicional e coloca evangélico, " na lata de conserva"



A escola de samba Acadêmicos de Niterói apresentou, durante o desfile de Carnaval no Rio de Janeiro, neste domingo (15), uma ala intitulada “Neoconservadores em conserva”, que utilizou fantasias em formato de lata para fazer uma sátira a grupos e valores ligados ao conservadorismo.


Segundo a descrição do enredo, a fantasia utilizou a imagem da lata como metáfora da chamada família tradicional, apresentada como composta por homem, mulher e filhos. A ala também trouxe personagens sobre as cabeças dos componentes para simbolizar setores associados ao neoconservadorismo.


A apresentação gerou debate nas redes sociais, especialmente entre cristãos e lideranças religiosas, que consideraram a representação desrespeitosa por associar a fé cristã e valores familiares a uma caricatura. Para muitos fiéis, a família e a fé são pilares espirituais e sociais que merecem tratamento respeitoso, mesmo em contextos artísticos e carnavalescos.


De acordo com o enredo, esses grupos estariam ligados a pautas discutidas no Congresso Nacional, como flexibilização do porte de armas, valorização militar, interesses do agronegócio e temas ligados à família tradicional. O desfile também incluiu homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que ampliou ainda mais a repercussão e a discussão em torno da apresentação.

Fonte : @igospel

"Minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas," diz a eterna Primeira Dama de São José do Campestre, Nega do Nenêm Borges

 


"Minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas," diz a eterna Primeira Dama de São José do Campestre, no Rio Grande do Norte, Nega do Nenêm Borges, a principal liderança política da oposição a segunda colocada nas eleições de 2024, ao legendar uma foto que publicou em seu Instagram, nesta segunda feira de Carnaval, 16 de fevereiro.


 Vivemos em um mundo onde muitos medem vitórias por aplausos, cargos, bens materiais ou reconhecimento público, Para Nega do Nenêm Borges, a segunda colocada nas eleições municipais de 2024, em São José do Campestre, há conquistas que não aparecem nas manchetes, não recebem medalhas e nem sobem ao pódio. São silenciosas, profundas e transformadoras. A maior delas é a paz interior. Por isso, afirmar que “minha paz é o troféu de todas as minhas batalhas” é reconhecer que as lutas enfrentadas ao longo da vida não foram em vão — elas moldaram caráter, fortaleceram a fé e ensinaram a resiliência.

Para esta mulher cada batalha travada, seja contra dificuldades financeiras, desafios familiares, decepções, perseguições ou crises emocionais, deixa marcas. Algumas ferem, outras ensinam. Mas todas têm o potencial de nos amadurecer. A verdadeira vitória não é sair ileso, e sim sair mais forte, mais consciente e mais equilibrado. A paz não significa ausência de problemas; significa a capacidade de permanecer firme mesmo quando os ventos sopram contrários.

Há quem pense que vencer é derrotar o outro, para Nega do Nenêm Borges, no entanto, as maiores batalhas são internas: vencer o medo, controlar a ansiedade, superar o orgulho, perdoar quem nos feriu e continuar acreditando quando tudo parece desabar. Cada vez que escolhemos não revidar com ódio, não responder com arrogância, não desistir diante do cansaço, estamos conquistando algo muito maior do que qualquer prêmio externo — estamos conquistando paz.

Essa paz é fruto de escolhas. Escolher não carregar pesos desnecessários. Escolher confiar em Deus mesmo quando não entendemos os caminhos. Escolher manter a dignidade quando somos testados. Escolher seguir em frente, mesmo com cicatrizes. A paz nasce quando entendemos que nem toda batalha precisa ser travada e que algumas vitórias acontecem quando simplesmente decidimos não alimentar conflitos.

Muitas vezes, as lutas nos ensinam que não precisamos provar nada para ninguém. Quem conhece a própria história sabe o quanto custou cada passo dado. A serenidade que hoje habita o coração foi construída em meio a noites difíceis, lágrimas silenciosas e orações persistentes. É um troféu invisível, mas extremamente valioso.

A paz também é sinal de maturidade. É compreender que nem todas as opiniões importam, que nem toda crítica merece resposta e que o tempo é o maior juiz das atitudes humanas. Quem alcança a paz interior passa a valorizar mais o equilíbrio do que a vaidade, mais a consciência tranquila do que a aprovação alheia.

Em um tempo de disputas constantes, onde muitos vivem em guerra por poder, reconhecimento ou status, escolher a paz é um ato de coragem. É dizer que a saúde emocional, a fé e a família valem mais do que qualquer embate desnecessário. É entender que algumas batalhas foram necessárias para nos ensinar limites, fortalecer convicções e mostrar quem realmente está ao nosso lado.

Quando alguém declara que sua paz é o troféu de todas as suas batalhas, como fez Nega do Nenêm Borges, está dizendo que venceu — não porque destruiu adversários, mas porque não perdeu a essência. Venceu porque não deixou que a amargura ocupasse o lugar da esperança. Venceu porque aprendeu que a maior conquista é dormir com a consciência tranquila.

No fim das contas, os aplausos cessam, os cargos passam, os títulos mudam. Mas a paz permanece. E quem a conquista sabe: esse é o maior prêmio que a vida pode oferecer.

Você sabia???

 


A transição entre o governo de João Figueiredo e o de Tancredo Neves ocorreu por meio de uma eleição indireta realizada em 15 de janeiro de 1985. Após a rejeição da emenda que previa o voto direto, a oposição articulou a candidatura de Tancredo Neves pela Aliança Democrática, formada pelo PMDB e por dissidentes do partido governista PDS. No Colégio Eleitoral, Tancredo derrotou o candidato oficial, Paulo Maluf, com 480 votos contra 180. A vitória foi celebrada como o marco do fim de 21 anos de regime militar, estabelecendo um compromisso de redemocratização e a convocação de uma Assembleia Constituinte.


Na véspera da posse, marcada para 15 de março de 1985, Tancredo Neves foi internado às pressas em Brasília com fortes dores abdominais, sendo diagnosticado inicialmente com diverticulite. O impasse sobre quem assumiria o poder gerou tensão institucional, pois Figueiredo se recusava a empossar o vice-presidente José Sarney, que fora líder da base de sustentação do regime militar antes de aderir à oposição. Por decisão do Congresso Nacional e amparo jurídico, Sarney prestou juramento como vice-presidente no exercício da presidência, garantindo que o poder passasse para mãos civis na data prevista.


O período de transição foi marcado pela agonia de Tancredo Neves, que passou por sete cirurgias ao longo de 38 dias, vindo a falecer em 21 de abril de 1985. João Figueiredo, em sinal de protesto pelo desfecho do processo e por divergências com Sarney, recusou-se a participar da cerimônia de transmissão da faixa presidencial, deixando o Palácio do Planalto por uma porta lateral. José Sarney assumiu então a presidência de forma plena, consolidando a Nova República e iniciando o desmonte do aparato legal do regime anterior sob um clima de luto nacional.



Ônibus que saiu do Maranhão tomba e seis pessoas morrem em São Paulo



Um grave acidente envolvendo um ônibus que transportava trabalhadores rurais do Maranhão deixou ao menos seis pessoas mortas e 45 feridas na madrugada desta segunda-feira (16), na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), na região de Marília, no interior de São Paulo.


De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo havia saído do Maranhão e seguia viagem com destino a Santa Catarina, onde os passageiros iriam trabalhar. O ônibus transportava dezenas de trabalhadores quando, durante o trajeto, teria ocorrido o estouro de um pneu. Com isso, o motorista perdeu o controle da direção, resultando no tombamento do veículo às margens da rodovia.


As 45 pessoas feridas foram socorridas por equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhadas para hospitais da região. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado até a última atualização.


O impacto foi tão forte que o ônibus ficou completamente destruído. A rodovia precisou ser parcialmente interditada para o trabalho das equipes de resgate e remoção do veículo.

Fonte : @aldeiasaltasonline_


Senadora Eliziane Gama visitando os Retiros Culturais da região Metropolitana de São Luís

A senhora Eliziane Gama segue visitando os retiros da região Metropolitana de São Luís Feliz e realizada ao ver os frutos de sua ação Parlamentar transformada em políticas públicas  

"Domingo de visitas aos retiros na Região Metropolitana de São Luís. São 18 anos da Semana Maranhense de @retirosculturais 😇


Registro especial ao lado do pastor @_benjamimribeiro , da @iadesl_area3 💙


Agradeço a ele e a todos os irmãos e irmãs pelo carinho e pelas orações," disse a Senadora Eliziane Gama.

Há 18 anos acontece os Retiros Culturais. O trabalho é apoio da Senadora Eliziane Gama neste sentido está fazendo toda diferença. 



domingo, fevereiro 15, 2026

Morre o cantor Osvaldo Bezerra ícone da música brega



A música popular brasileira perdeu, na manhã deste sábado (14), uma de suas vozes mais emblemáticas e resilientes. Osvaldo Bezerra, carinhosamente coroado pelo público como o “Rei do Brega”, faleceu aos 92 anos no Hospital Municipal de Brumado, na Bahia. O artista estava internado há cerca de 15 dias enfrentando complicações de saúde e a perda total da visão.


A notícia foi confirmada por seu cuidador, Jorge, que acompanhou de perto a batalha final do cantor. Recentemente, Jorge havia relatado publicamente as dificuldades enfrentadas por Osvaldo, que vivia sob cuidados intensos devido à fragilidade de sua condição clínica.


Embora o título de “Rei do Brega” muitas vezes remeta ao cenário musical do Pará, onde consolidou grande parte de sua fama, a história de Osvaldo Bezerra é profundamente entrelaçada com o solo baiano.


A trajetória de Osvaldo Bezerra no estado teve como um de seus pontos mais marcantes a cidade de Itabela. O cantor chegou ao município a convite do ex-prefeito Ivo Manzoli para se apresentar em um comício político, mas o acolhimento foi tão grande que ele decidiu fixar residência na cidade por um longo período.


Após sua história em Itabela, o artista seguiu para Itamaraju. Mais tarde, viveu em Livramento, onde foi honrado com o Título de Cidadão pela Câmara de Vereadores, encerrando seu ciclo de vida em Brumado, sua última morada.


Osvaldo Bezerra não era apenas um cantor; era um cronista das paixões populares. Suas composições atravessaram décadas, tornando-se trilha sonora de gerações que encontraram em sua voz o eco de seus amores e desilusões.


O falecimento de Osvaldo encerra um ciclo de 92 anos de vida dedicada à arte de emocionar.

Fonte: @bahiadiaadia