quinta-feira, agosto 20, 2026

Cléber Tratorzão, prefeito de São Domingos do MA declara apoio a Dr Hílton Gonçalo para o Senado

 


O prefeito de São Domingos do Maranhão, Kleber Tratorzão, declarou apoio à candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado Federal. Com a nova adesão, o projeto político do candidato alcança a marca de 50 prefeitos maranhenses.


O apoio de Tratorzão reforça o movimento de expansão da candidatura de Hilton Gonçalo pelo interior do estado. Prefeito de Santa Rita por quatro mandatos, Hilton tem apostado justamente na experiência municipalista e na articulação direta com gestores municipais como alguns dos principais pilares de sua campanha ao Senado.


A chegada à marca de 50 prefeitos também demonstra a capilaridade que a candidatura vem construindo. Em uma eleição majoritária, na qual o Maranhão possui 217 municípios, o apoio de gestores municipais pode representar uma importante estrutura política e eleitoral, principalmente pela capacidade de articulação das lideranças locais.


Kleber Tratorzão, por sua vez, comanda São Domingos do Maranhão e passa a integrar oficialmente o grupo de prefeitos que defendem a eleição de Hilton Gonçalo para uma das duas vagas do Maranhão no Senado em 2026.


Hilton Gonçalo vem ampliando sua base política nas últimas semanas e buscando consolidar uma candidatura com perfil independente e forte presença municipalista. Além de prefeitos, o projeto tem recebido adesões de outras lideranças políticas em diferentes regiões do Maranhão.


Com 50 prefeitos já alinhados, Hilton entra em uma nova etapa da campanha tentando transformar essa ampla rede de apoios municipais em força eleitoral e se firmar entre os principais nomes da disputa pelas duas vagas ao Senado.





Texto Diego Emir vídeo rede social 

Felicitações ao grande líder Raimundo Silveira



Hoje é dia de celebrar a vida, a história e a trajetória de um dos grandes nomes da política de Parnarama: Raimundo Silveira, ex-prefeito e a  liderança políticas do município, que hoje está aniversariando.


Ao longo de sua caminhada pública, Raimundo Silveira construiu uma trajetória marcada pela experiência, pelo diálogo e pela capacidade de liderar. Foi eleito seis vezes prefeito de Parnarama, deixando sua marca na história política e administrativa do município. Em 2024, mais uma vez demonstrou sua força política ao participar da construção de um projeto que resultou na eleição de seu sucessor.


Mais do que números e mandatos, sua trajetória representa décadas de dedicação à vida pública e de convivência com o povo de Parnarama. Uma história construída com trabalho, alianças, desafios, conquistas e, sobretudo, muita experiência política.


Neste dia especial, desejamos a Raimundo Silveira muita saúde, paz, sabedoria e muitos anos de vida. Que Deus continue abençoando sua caminhada, sua família e todos aqueles que fazem parte de sua história.


Feliz aniversário, Raimundo Silveira! 

Que esta nova etapa seja repleta de saúde, alegrias, realizações e bênçãos. Parnarama celebra hoje a vida de um homem que tem seu nome definitivamente ligado à história política do município.


Parabéns, grande líder! 

" O diploma e a liberdade", artigo de Joaquim Haickel




 Por Joaquim Haickel

A exigência do diploma de jornalista nasceu na ditadura, no Decreto-Lei 972, de 1969. Foi a junta militar que decidiu que só poderia informar o país quem estudasse jornalismo e tivesse diploma. Uma norma que nasce para restringir quem pode falar carrega, no berço, a marca de quem não aceita que todos falem.

A contestação veio pelo Ministério Público Federal, em 2001, e terminou no Supremo, no Recurso Extraordinário 511961. Em junho de 2009, por oito votos a um, o STF derrubou a exigência, por entender que aquele decreto da ditadura feria a liberdade de expressão garantida pela Constituição de 1988. O relator, Gilmar Mendes, disse que o Estado não pode restringir o acesso à profissão, e que jornalismo e liberdade de expressão não se separam. O único voto vencido foi o de Marco Aurélio. A partir dali, qualquer cidadão, com diploma ou sem, passou a poder informar, amparado pela liberdade de imprensa.

Pois é essa conquista que hoje, em agosto de 2026, os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes cogitam desfazer. Dino disse que a dispensa do diploma virou um complicador, porque estende as garantias da imprensa a qualquer blogueiro, a qualquer cidadão. Moraes afirmou que a liberdade de imprensa não é licença para ofender, como se jornalista formado não ofendesse, e não mentisse, e que estaria na hora de rediscutir a exigência do diploma. E há um detalhe que muda tudo: a discussão foi reaberta em meio a uma operação contra um blogueiro acusado de denunciar supostas arbitrariedades cometidas justamente pelo ministro Dino.

Fico imaginando que aqueles que preferem restringir a notícia e a informação a jornalistas diplomados tenham uma certa propensão ao autoritarismo, tal qual os milicos do tempo da ditadura.

Acredito que o constituinte de 1988 não faz distinção de imprensa ou expressão, da mesma forma que não distingue jornalista de cidadão como autor de notícia. Digo isso de cátedra, pois fui constituinte em 1988, e jamais pensei nestas distinções quando discutíamos os direitos e as liberdades individuais e coletivas.

Aí está o ponto. Para calar quem fiscaliza o poder, há o caminho difícil, quebrar a proteção da fonte, que exige apontar um crime e escancara o abuso. E há o caminho fácil, retirar da pessoa a condição de jornalista: se o blogueiro não é jornalista, as garantias da imprensa simplesmente não se aplicam, e não é preciso violar direito nenhum, porque, no truque, ele nunca o teve.

Há também a desculpa descarada de que só os jornalistas sérios não caluniam, não injuriam e não difamam. Ora, mas quem vai estabelecer quais jornalistas são sérios e quais não são? Pergunto como se não soubéssemos: os ministros infalíveis do STF, que se esqueceram de que a lei é igual para todos, jornalistas e não jornalistas, sérios e não sérios.

A liberdade de imprensa nunca foi prêmio de quem tem diploma. É direito de todos, porque não protege o diploma, protege o cidadão contra o poder. Foi assim que o Supremo entendeu em 2009, lembrando de onde vinha aquela exigência. Resta saber se o Supremo de 2026 vai lembrar da mesma coisa, agora que o incômodo tem nome e endereço.

Feliz aniversário, Dra. Érica de Cássia!



Hoje é dia de celebrar a vida, a trajetória e a força de uma mulher que tem se destacado por sua determinação, inteligência, coragem e compromisso com as pessoas. Dra. Érica de Cássia, advogada, de Redenção, no Pará, completa mais um ano de vida, e recebe nesta data especial o carinho, o reconhecimento e os votos de felicidades de familiares, amigos, apoiadores e de todos que acompanham sua caminhada.


Dra. Érica é uma mulher à frente do seu tempo. Uma mulher que não se limita a sonhar, mas que acredita na força das ideias, na importância da participação feminina e na capacidade de transformar desafios em oportunidades.


Sua trajetória na advocacia demonstra dedicação, preparo e compromisso com aquilo em que acredita. Agora, colocando sua experiência e sua disposição para servir à população à disposição da política, Érica amplia sua caminhada e apresenta seu nome como candidata a deputada estadual pelo Progressistas do Pará, com o número 11.123.


 Sua presença na vida pública representa a possibilidade de ampliar a participação de mulheres preparadas, determinadas e comprometidas com o futuro do Pará. Uma voz que nasce em Redenção e pretende alcançar todo o Estado, levando consigo a força da mulher paraense e a disposição de trabalhar por novas conquistas.


Neste aniversário, o desejo é que este novo ciclo seja repleto de saúde, paz, sabedoria, realizações e muitas bênçãos. Que Deus continue iluminando seus caminhos, fortalecendo seus propósitos e concedendo coragem para seguir enfrentando cada desafio com a mesma determinação que marca sua personalidade.


Que nunca lhe faltem motivos para sorrir, pessoas verdadeiras ao seu lado e força para continuar acreditando em seus sonhos.


Parabéns, Dra. Érica de Cássia!


Que a nova idade traga ainda mais conquistas para sua vida pessoal, profissional e para essa nova caminhada na vida pública.


Uma mulher à frente do seu tempo, uma advogada de coragem e uma liderança que representa renovação e esperança para o Pará.


Feliz aniversário! Que venha um novo ciclo de grandes vitórias! 






Maria Clara Macedo lança campanha em Porto Franco e inicia caminhada pelo Maranhão



É HOJE! 20 de agosto . Porto Franco será palco do lançamento oficial da campanha de Dra. Maria Clara Macedo, em um momento marcado pela emoção, pela união e pela esperança de todos que acreditam em um projeto de trabalho, coragem e compromisso com o Maranhão.

A cidade se prepara para receber apoiadores, lideranças políticas, amigos e cidadãos que desejam acompanhar de perto o início dessa grande caminhada. O lançamento representa mais do que o começo de uma campanha: simboliza a apresentação de um projeto que pretende percorrer todo o Estado, levando propostas, diálogo e a disposição para fazer acontecer.

Filha de Porto Franco, Maria Clara Macedo chega a este novo desafio político levando consigo a força de sua terra, a experiência adquirida ao longo de sua trajetória e o desejo de contribuir para a construção de um Maranhão cada vez mais forte, desenvolvido e preparado para o futuro.

Com o lema “Coragem pra fazer acontecer”, Maria Clara reforça a mensagem de que é preciso ter disposição para enfrentar desafios, ouvir as pessoas e transformar ideias em ações concretas.

O lançamento em Porto Franco marca, portanto, o primeiro grande passo de uma caminhada que pretende ganhar as ruas, alcançar diferentes municípios e aproximar cada vez mais a candidatura da população maranhense.

Hoje é dia de celebrar o início dessa jornada, reunir forças e renovar a esperança em um projeto que nasce em Porto Franco com a missão de caminhar por todo o Maranhão.

Agora é 40.000 na cabeça e no coração! 

Dra. Maria Clara Macedo — Coragem pra fazer acontecer!




Deputado Hélio Isaías primeiro vai de Ciro Nogueira e segundo de Júlio César




Não é mais secreto pra ninguém que o primeiro voto do deputado estadual Hélio Isaías, (@helioisaiaspi) PT é do Senador Ciro Nogueira, 111. Agora o Parlamentar  definiu o seu segundo voto, para o Senado em Júlio César (PSD). À imprensa, o parlamentar declarou ter feito tal escolha após ouvir lideranças locais da sua cidade, São Raimundo Nonato.


“Desde o início, nós colocamos no município de São Raimundo

Nonato que votaríamos no deputado Júlio César.

Aguardaríamos as outras lideranças que ele está apoiando pudessem se manitestar. Após a minha manitestação, alguma pessoas vieram colocar que estão ajudando Júlio César. Nós sempre nos colocamos à disposição para trabalhar junto com o grupo, com o Júlio, porque reconhecemos o seu trabalho pelo Estado”, disse.


Hélio Isaías já havia declarado apoio à reeleição do senador Ciro Nogueira (Progressistas), candidato pela oposição. Esse movimento também foi acompanhado pela esposa do parlamentar e ex-prefeita de São Raimundo Nonato, Carmelita

Castro (PV).


Com o apoio definido para Júlio César, o líder do PT na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) não apoiará o senador e também candidato à reeleição Marcelo Castro (MDB).

O posicionamento do deputado estadual Hélio Isaías e de sua esposa, a ex-prefeita de São Raimundo Nonato, ligados ao Palácio de Karnak , de escolher Ciro Nogueira, mostra que isso é uma tendência na atual conjuntura política e não um fato isolado. 

Isso é fruto do trabalho diário que Ciro Nogueira faz em Brasília em favor do Piauí. 



Vídeo: @ricardomoraisfotografia

Via @portaloitomeia




quarta-feira, agosto 19, 2026

Você conhece um pouco da história da cantora evangélica Cecília de Souza??

 


Cecília de Souza construiu uma trajetória de mais de cinco décadas na música pentecostal brasileira. Sua história está ligada à Assembleia de Deus em Santo André, São Paulo, onde ainda jovem participava da mocidade e desenvolvia seus talentos musicais.

Antes de se tornar conhecida como cantora, Cecília também atuava como instrumentista, tocando acordeom nos conjuntos da igreja. Foi nesse ambiente que sua vocação musical foi crescendo e ela passou a se dedicar também à composição.

Em 1975, iniciou sua trajetória fonográfica com o LP “Só Entra Lavado”, entrando para uma geração de cantoras que ajudaria a consolidar a música pentecostal brasileira.

Mas foi em 1979 que aconteceu o episódio que mudaria definitivamente sua história.

Naquele período, Cecília tinha 27 anos e ouviu uma pregação sobre o arrebatamento da Igreja. A mensagem ficou profundamente marcada em seu coração. Segundo seu próprio relato, passou a noite pensando naquilo que havia ouvido.

Na manhã de 22 de janeiro de 1979, em casa, pegou papel e lápis e começou a escrever. Chorando, compôs “Desapareceu um Povo”, letra e melodia que se tornariam o maior marco de sua carreira.

Cecília também relatou que, anos antes, havia recebido uma profecia de que Deus lhe daria um hino que seria cantado no Brasil e em outros países. Para ela, aquela composição representava o cumprimento daquela promessa.

“Desapareceu um Povo” foi gravada em 1979 e rapidamente se tornou a composição mais conhecida de Cecília.

A música apresentava uma narrativa sobre o arrebatamento: depois que o povo de Deus desaparece, aqueles que ficaram começam a procurar pelos irmãos da igreja. O dirigente não está mais ali, os obreiros desapareceram, a mocidade não está mais presente e até as crianças foram levadas.

A composição chamou atenção justamente por transformar uma mensagem sobre a volta de Cristo em uma história que o ouvinte conseguia imaginar.

O hino ultrapassou a carreira da própria Cecília e passou a ser regravado por outros cantores. Em algumas versões, também ficou conhecido como “Povo Barulhento”.

A música chegou a diferentes gerações e continuou sendo cantada décadas depois de sua gravação original. Entre os artistas que registraram a composição estão nomes conhecidos da música pentecostal, como Mara Lima, Shirley Carvalhaes e Alex Gonzaga.

A própria autoria de Cecília, porém, enfrentou problemas ao longo dos anos. A música circulou com diferentes títulos e houve episódios envolvendo o reconhecimento de sua autoria.

Ainda assim, a composição permaneceu associada ao seu nome e se tornou uma das obras mais lembradas da música pentecostal brasileira.

E Cecília não parou ali. 

Depois do sucesso de “Desapareceu um Povo”, Cecília continuou sua caminhada ministerial durante décadas.

Ela atravessou diferentes fases da música gospel, passando pela época dos LPs, dos CDs e posteriormente das plataformas digitais. Continuou gravando, compondo e viajando para participar de cultos, congressos e eventos pelo Brasil.

Seu repertório inclui outros hinos que também ficaram conhecidos entre os evangélicos, como “Não Se Pode Matar um Crente”, “Se a Cruz Falasse”, “Eu Sou o Teu Deus” e “Volta Filho Meu”.

Outro capítulo importante de sua carreira foi sua ligação musical com a cantora Jacira, com quem dividiu momentos e trabalhos que permanecem registrados entre os materiais da música gospel daquela geração.

Em 2005, mesmo depois de décadas de ministério, Cecília continuava produzindo. Naquele período, lançou os projetos “Desce Espírito Santo” e “Testemunho de Fé”, mostrando que sua carreira estava longe de ter terminado.

Também houve um episódio curioso e marcante: um boato sobre sua morte circulou entre igrejas pelo Brasil. A notícia era falsa, e Cecília continuou aparecendo publicamente e cumprindo sua agenda de ministrações.

Sua trajetória, portanto, não pode ser resumida ao sucesso de 1979. Ela permaneceu ativa por muitos anos e acompanhou as transformações da música cristã brasileira.

Mas, além da carreira, sua vida pessoal também passou por momentos importantes.

Na vida pessoal, Cecília foi casada durante muitos anos com o pastor Manoel Luiz, que, segundo os relatos sobre sua trajetória, também a acompanhava nas viagens e ministrações.

Em junho de 2021, ela enfrentou uma grande perda com o falecimento do marido, passando a viver uma nova fase de sua vida.

Mesmo depois de tantas décadas, Cecília não encerrou sua história na música.

Seu trabalho continuou sendo disponibilizado nas plataformas digitais, fazendo com que suas gravações antigas chegassem também a uma geração que não conheceu a época dos discos de vinil.

E é importante deixar claro: Cecília de Souza está viva. Existem registros recentes de sua participação em atividades da igreja e apresentações musicais, inclusive cantando novamente “Desapareceu um Povo”, a música que escreveu em 1979.

Em 2026, seu nome continua aparecendo em registros públicos relacionados ao meio gospel, mostrando que sua trajetória permanece ativa e que ela não é apenas uma lembrança da música pentecostal antiga.

Mais de cinco décadas depois do início de sua carreira, Cecília continua ligada à igreja, à música e à história do pentecostal brasileiro.

A jovem que começou tocando acordeom na mocidade da Assembleia de Deus acabou se tornando a autora de um dos hinos mais reconhecidos daquela geração e sua história continua sendo redescoberta por novas gerações.