O ano de 2028 pode parecer distante, mas quem acompanha a política de Amarante sabe que a eleição já começou a ser construída muito antecipadamente. Claro, que o caminho passa, inevitavelmente, por 2026, onde o cenário estadual vai influenciar diretamente o tabuleiro municipal.
Vários nomes almejam a disputa, mas um nome em especial, começa a circular com mais força nas conversas de bastidores, rodas de debate, e principalmente nas redes sociais: o da jornalista Angra, que vem se destacando como principal líder de oposição.
De posicionamento firme, a jornalista vinda da zona rural do município, vem construindo sua imagem como alguém que fala direto com a população e que não se intimida diante da gestão municipal, que é conhecida pela intimidação e ameaças veladas.
Angra é visto por muitos como a voz mais ativa da oposição, e um verdadeiro fenômeno nas redes sociais. Sem ligação com nenhum dos grupos políticos da cidade, ela é a única que verdadeiramente se apresenta como novo, que é exatamente o que a população de Amarante espera para 2028.
A grande pergunta é: Angra vai se viabilizar uma possível candidatura a prefeita da cidade para enfrentar a sobrinha do atual gestor, Denha Miranda? Há dentro da base governista algum outro nome com força popular suficiente para sustentar uma candidatura competitiva?
Até agora, não há um nome consolidado no grupo da situação que empolgue ou mobilize a cidade, muito menos no grupo de Dr. Gildásio. E é nesse espaço que Angra começa a crescer. Ainda é cedo para cravar cenários. Política é movimento. É articulação. É construção de grupo.
Fonte: @portalfolha






















