segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Monte Alegre não está realmente alegre, mas triste e jogado ao descaso e abandono!!



 Monte Alegre do Piauí vive um tempo de dor e indignação. A gestão do prefeito Dijalma Mascarenhas é marcada, aos olhos de grande parte da população, por um cenário de tristeza, denúncias recorrentes, sensação de corrupção e desmando administrativo. O sentimento que ecoa nas ruas, nos povoados e nas comunidades é de abandono. O povo geme.

Falta planejamento, falta transparência e, sobretudo, falta respeito com quem mais precisa do poder público. Enquanto a população enfrenta dificuldades na saúde, na educação, na infraestrutura e no acesso a serviços básicos, a gestão está distante da realidade do povo, incapaz de responder às urgências do município com ações concretas e eficazes.

Monte Alegre não pede favores, pede dignidade. Pede uma administração que governe para todos, que cuide das pessoas, que trate o dinheiro público com responsabilidade e que devolva à cidade a esperança perdida. A sensação de desgoverno corrói a confiança e aprofunda o sofrimento de uma população que já enfrenta desafios .

Nenhum município prospera quando o povo é esquecido. Nenhuma gestão se sustenta quando governa de costas para a população. Monte Alegre do Piauí clama por mudança, por justiça social e por uma liderança comprometida com o bem comum. O silêncio dói, mas o grito do povo, mais cedo ou mais tarde, sempre encontra voz.

As eleições municipais de 2024 em Monte Alegre do Piauí ficaram marcadas, segundo relatos amplamente comentados e comprovado pela população e por lideranças locais, por denúncias de abuso de poder econômico e práticas de coação eleitoral. Um processo que deveria ser a expressão livre da vontade popular acabou envolto em um clima de medo, pressão e profunda desigualdade na disputa.

Há queixas de uso excessivo de recursos financeiros, estruturas administrativas e influência política para desequilibrar o pleito, ferindo princípios básicos da democracia. Em vez de propostas e debates, o que muitos eleitores relatam é a tentativa de silenciar consciências por meio da intimidação, do favorecimento e da exploração da vulnerabilidade social de parte da população.

Quando o voto deixa de ser livre, a democracia adoece. A coação eleitoral — seja explícita ou velada — retira do cidadão o direito mais sagrado do regime democrático: escolher seus representantes sem medo, sem troca e sem pressão. O abuso de poder econômico, por sua vez, cria uma disputa injusta, onde não vence a melhor proposta, mas quem dispõe de mais meios para impor sua vontade.

Monte Alegre merece eleições limpas, transparentes e justas. O povo merece respeito. As denúncias que pairam sobre o processo eleitoral de 2024 reforçam a necessidade de vigilância dos órgãos de controle, da Justiça Eleitoral e da sociedade civil, para que a vontade popular seja preservada e a democracia fortalecida.

Sem liberdade de escolha, não há legitimidade. E sem legitimidade, não há governo que represente verdadeiramente o povo.


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