A política deveria ser um espaço de debate de ideias, projetos e propostas para melhorar a vida da população. No entanto, o que se tem visto em relação à prefeita Marina Trindade, do município de Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte, é algo que ultrapassa os limites da disputa democrática e entra no campo da perseguição pessoal. É lamentável que, em pleno século XXI, ainda existam práticas tão baixas a ponto de utilizar um problema de saúde de alguém como instrumento de ataque político.
A doença é uma condição humana que pode atingir qualquer pessoa, independentemente de posição social ou cargo público, e explorá-la para fins de politicagem demonstra não apenas falta de sensibilidade, mas também ausência de caráter e respeito. É o que está acontecendo com os adversários do povo de Pedro Avelino.
Esse tipo de comportamento revela o lado mais cruel da política: aquele que prefere atacar a pessoa em vez de discutir sua gestão. Quando adversários recorrem a esse tipo de estratégia, deixam claro que não tenham argumentos sólidos ou propostas concretas para apresentar à população, diante da gestão exitosa que Marina Trindade vem fazendo.
Transformar a dor ou a fragilidade momentânea de alguém em palanque é algo deplorável e indigno, sobretudo quando se trata de uma mulher que ocupa um cargo de liderança e que, como tantas outras, enfrenta desafios diários para se manter firme na vida pública.
É ainda mais triste constatar que, mesmo após 94 anos da conquista do voto feminino no Brasil — um direito assegurado ainda na era de Getúlio Vargas — as mulheres continuem sendo alvo de ataques que muitas vezes ultrapassam a esfera política e entram no campo pessoal, como está acontecendo com a prefeita de Pedro Avelino.
A luta feminina por espaço e respeito na política foi longa e marcada por inúmeros obstáculos. O direito ao voto representou apenas o primeiro passo de uma caminhada que ainda hoje exige resistência, coragem e determinação.
Quando uma mulher é atacada por sua condição pessoal, por sua vida privada ou até mesmo por ser Gestora em um espaço machista, não é apenas ela que sofre o ataque — é também um reflexo do preconceito estrutural que ainda persiste na sociedade. Muitas mulheres na política precisam provar diariamente sua capacidade, sua força e sua competência de uma forma que raramente é exigida dos homens. E quando enfrentam momentos difíceis, em vez de solidariedade, encontram muitas vezes o julgamento e a exploração política.
A perseguição implacável contra Marina Trindade não contribui em nada para o desenvolvimento do município nem para o fortalecimento da democracia. A população precisa de soluções, de trabalho e de compromisso — não de ataques pessoais ou disputas desumanas. A política deve ser feita com firmeza, mas também com respeito e empatia.
Que episódios como esse sirvam para provocar reflexão. O verdadeiro debate político deve se basear em ideias, resultados e propostas para o futuro. Usar a dor alheia como arma política não é apenas injusto — é desumano. E enquanto práticas assim continuarem acontecendo, a luta das mulheres por respeito e dignidade na política seguirá sendo uma necessidade permanente, mesmo depois de tantas conquistas históricas.
"Eu não gosto de responder a ataques, mas quando a mentira envolve uma criança e tenta atingir minha honra, eu não posso me calar.
Os fatos são claros e estão documentados. Houve entrega de medicação, acompanhamento e solução alternativa quando o fornecedor enfrentou falta de estoque.
Esse pronunciamento é um ponto específico diante de uma acusação grave. Não é, e não será, prática minha ou da gestão transformar rede social em palco de embate.
Nosso foco continua sendo trabalhar, resolver e cuidar da população com seriedade e respeito," diz a gestora que tem boa aceitação popular.
Assista ao vídeo desta mulher que merece o nosso respeito.

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