terça-feira, julho 28, 2026

28 de Julho de 1938: Lampião e Maria Bonita eram mortos em emboscada policial

 


Nesta terça-feira, 28 de julho, completam-se 88 anos da morte de Lampião, Maria Bonita e parte do bando, episódio que marcou o fim do cangaço de Lampião como um dos maiores fenômenos sociais da história do Nordeste brasileiro.


Em 28 de julho de 1938, o grupo foi surpreendido durante uma emboscada policial na Grota do Angico, no município de Poço Redondo, em Sergipe. A operação resultou na morte de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, de Maria Bonita e de outros integrantes do bando, tornando-se um dos acontecimentos mais marcantes da história do sertão.


Liderado por Lampião, o cangaço ganhou notoriedade por atuar em diversos estados nordestinos, em um contexto de seca, desigualdade social, concentração de terras e conflitos no interior da região. Para alguns, os cangaceiros representavam uma forma de resistência às injustiças da época; para outros, deixaram um legado marcado por violência, saques, confrontos e mortes.


Mesmo passadas quase nove décadas, Lampião e Maria Bonita continuam despertando interesse de historiadores, pesquisadores, escritores e da população, permanecendo como personagens centrais para compreender a história, a cultura e os conflitos do Nordeste brasileiro no início do século XX.


A data segue sendo lembrada como um marco histórico que simboliza o encerramento do ciclo do cangaço de Lampião, um fenômeno que ainda hoje divide opiniões e faz parte da memória do povo nordestino.


Fonte: Apodi Agora 

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