quinta-feira, janeiro 22, 2026

Porque a Senhora Eliziane Gama precisa continuar no senado

 



A senadora Eliziane Gama precisa continuar no Senado porque sua atuação vai muito além de mandato: ela representa voz ativa, coragem e compromisso real com a sociedade, especialmente com quem mais precisa.

Primeiro, porque Eliziane se consolidou como uma das principais defensoras dos direitos das mulheres no Brasil. Sua postura firme no combate à violência contra a mulher, ao feminicídio e às desigualdades de gênero fez dela uma referência nacional — não apenas no discurso, mas na prática legislativa.

Segundo, porque o Maranhão precisa de senadores que não se escondem nos momentos difíceis. Eliziane mostrou independência, equilíbrio e responsabilidade em votações decisivas, sempre colocando o interesse público acima de conveniências políticas. Isso é raro e valioso no Senado.

Terceiro, porque ela tem uma atuação constante nas áreas de educação, saúde, inclusão social e defesa da democracia, bandeiras que dialogam diretamente com as necessidades reais da população maranhense. Seu mandato é presente, acessível e conectado com as bases.

Por fim, Eliziane Gama continuar no Senado significa garantir que o Maranhão tenha uma representante respeitada nacionalmente, com capacidade de diálogo, firmeza moral e credibilidade política. Em tempos em que o país precisa de equilíbrio e seriedade, sua permanência é uma escolha por coerência, trabalho e compromisso com o futuro.

O que está por detrás da perseguição velada a Senadora Eliziane Gama!!


As coisas por trás da perseguição a Eliziane Gama passam longe do debate técnico ou do mérito do mandato. Elas têm raiz em dois fatores que ainda incomodam muito na política brasileira: ela não vem de família tradicional da política e ela é mulher.

Eliziane construiu sua trajetória pelo próprio esforço, sem sobrenome herdado, sem oligarquia por trás e sem padrinhos eternos. Isso, por si só, já quebra privilégios históricos e gera resistência de quem sempre tratou a política como herança familiar.

Além disso, ser mulher, firme, independente e com posição clara aumenta o incômodo. Eliziane não se submete, não faz política de bastidor silencioso e não aceita ser figurante. Em um ambiente ainda majoritariamente masculino, mulheres que pensam, decidem e enfrentam estruturas são frequentemente atacadas, deslegitimadas e perseguidas.

A perseguição não é sobre erros — é sobre ousadia. Ousadia de ocupar espaços que antes não eram permitidos. Ousadia de defender pautas sensíveis, como o combate à violência contra a mulher, a democracia e os direitos sociais. Ousadia de representar o Maranhão com voz própria.

No fundo, Eliziane paga o preço de ter vencido sem pedir licença. E isso, para muitos, ainda é imperdoável.


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