quarta-feira, abril 15, 2026

Mais uma vez a Senadora Eliziane Gama na defesa do trabalhador Brasileiro

 


Mais uma vez a Senhora Eliziane Gama@elizianegama , se posiciona no Congresso Nacional, em favor dos trabalhadores. 

"A semana tem 7 dias e quem trabalha merece viver mais do que apenas um 


A escala 6x1 impõe um ritmo desumano para milhões de brasileiros, tirando tempo de descanso, de convivência com a família e até de cuidado com a própria saúde.


Eu apoio a mudança dessa realidade. Defendo dignidade, equilíbrio e respeito para quem move esse país todos os dias com o seu trabalho!," escreveu ela.



A Eliziane Gama tem se destacado como uma voz firme no Congresso Nacional do Brasil em defesa dos direitos dos trabalhadores. Sua atuação é marcada pelo compromisso com pautas sociais e pela busca constante de melhores condições de trabalho para a população brasileira.

Contrária à chamada “escala 6+1”, a senadora tem se posicionado de forma clara contra modelos que possam ampliar a sobrecarga do trabalhador, defendendo jornadas mais equilibradas, dignidade laboral e qualidade de vida. Para Eliziane, o desenvolvimento econômico precisa caminhar lado a lado com o respeito aos direitos trabalhistas e à valorização do ser humano.

Ao longo de sua trajetória, a parlamentar maranhense construiu uma atuação coerente, sempre alinhada com os interesses da classe trabalhadora. Sua presença no Congresso reforça a importância de representantes comprometidos com causas sociais, que não abrem mão de lutar por justiça e equilíbrio nas relações de trabalho.

Assim, Eliziane Gama consolida seu papel como uma das principais defensoras dos trabalhadores, mantendo uma postura firme diante de propostas que, em sua avaliação, possam representar retrocessos nas conquistas históricas da classe.


Assista ao vídeo e veja a importância da permanência da Senadora Eliziane Gama, no Senado Federal 




Orleans Brandão é convidado e marca presença na posse de Zé Guimarães como Ministro da Secretaria de Relações Institucionais em Brasília



Nesta terça feira 14 de abril, o deputado federal Zé Guimarães PT Ceará, foi empossado Ministro de Estado da Secretaria de Relações Institucionais. 

Entre os convidados do Maranhão , pelo Palácio do Planalto, para a solenidade está o Gonvernador Carlos Brandão e o Presidente Estadual do MDB , Orleans Brandão @orleansbrandaoma , pré-candidato a Gonvernador do Maranhão.


Em suas redes sociais  Orleans Brandão compartilhou este momento.



"Parabéns pela posse ao nosso amigo José Guimarães, novo ministro das Relações Institucionais do governo Lula, e sucesso nessa nova missão! 


Seguimos acompanhando e contribuindo com o diálogo que fortalece o Brasil e leva resultados pra quem mais precisa," concluiu.



A presença do governador Carlos Brandão e de Orleans Brandão no Palácio do Planalto, atendendo convite para uma solenidade em Brasília nesta terça-feira, 14, vai muito além de um gesto protocolar. Trata-se de um movimento político estratégico que reforça alianças, consolida protagonismo e projeta o futuro do Maranhão no cenário nacional.

Em um momento em que a articulação política em torno do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é determinante para a liberação de investimentos e execução de políticas públicas, a presença de Brandão simboliza alinhamento, confiança e, sobretudo, compromisso com o desenvolvimento do estado. O Maranhão, historicamente, precisa dessa sintonia fina com o governo federal para avançar em áreas essenciais como infraestrutura, saúde, educação e inclusão social.

O chamado “Brandonismo ”, já consolidado como uma força política regional, mostra-se como aliado sólido e confiável do Palácio do Planalto. Essa relação institucional fortalece não apenas o governo atual, mas também abre caminhos para novos projetos estruturantes que impactam diretamente a vida da população maranhense. Estar presente nesses momentos é garantir voz ativa nas decisões que moldam o futuro do Brasil.

A participação de Orleans Brandão, pré-candidato ao governo, é igualmente simbólica e estratégica. Sua inserção nesse ambiente de articulação nacional demonstra reconhecimento político e o credencia como um nome preparado para dar continuidade a esse modelo de gestão alinhado com Brasília. É um sinal claro de que há um projeto político em curso, com base na parceria, no diálogo e na busca por resultados concretos.

Esse protagonismo em Brasília antecipa um cenário onde o Maranhão continuará sendo prioridade dentro da agenda federal. A presença conjunta de Carlos Brandão e Orleans Brandão reforça a ideia de continuidade administrativa com respaldo político, algo fundamental para garantir estabilidade e avanço nas políticas públicas.


Mais do que uma agenda institucional, o ato representa a consolidação de uma aliança que tem gerado frutos e que tende a se fortalecer ainda mais. O Maranhão ganha quando seus líderes têm acesso, diálogo e influência nos espaços de poder nacional. E é exatamente isso que se evidencia com esse convite e essa participação: um estado presente, articulado e pronto para continuar avançando.





terça-feira, abril 14, 2026

É o trabalho da gestão da professora Cici que faz Conceição do Lago-Açu continuar andando nos trilhos do progresso e desenvolvimento...

 


A construção de um estádio no município de Conceição do Lago-Açu representa muito mais do que uma obra física — é um investimento direto no desenvolvimento social, esportivo e econômico da cidade. A gestão da prefeita Professora Cici demonstra, com essa iniciativa, uma visão moderna de administração pública, que entende o esporte como ferramenta de transformação e inclusão.

Em municípios do interior, o estádio é um verdadeiro ponto de encontro da comunidade. Ele fortalece a identidade local, valoriza os talentos da terra e cria oportunidades para jovens que encontram no futebol e em outras práticas esportivas um caminho de disciplina, saúde e até ascensão social. Ao oferecer um espaço adequado, seguro e estruturado, a prefeitura incentiva a prática esportiva regular, afastando crianças e adolescentes de situações de vulnerabilidade.

Além disso, um estádio municipal bem estruturado movimenta a economia local. Jogos, campeonatos e eventos esportivos atraem visitantes, aquecem o comércio, geram renda para vendedores ambulantes e fortalecem pequenos empreendedores. É uma cadeia positiva que beneficia toda a cidade.

Outro ponto relevante é o fortalecimento das competições locais e regionais. Com um estádio adequado, Conceição do Lago-Açu passa a ter condições de sediar torneios importantes, elevando o nome do município no cenário esportivo do Maranhão. Isso também contribui para o intercâmbio cultural e esportivo com outras cidades.

A obra também simboliza cuidado com a qualidade de vida da população. O esporte está diretamente ligado à saúde, ao bem-estar e à convivência social. Um espaço como esse permite não apenas jogos, mas também eventos comunitários, atividades escolares e projetos sociais.

Portanto, a construção do estádio pela gestão da Professora Cici é uma ação estratégica e visionária. É investir no presente, oferecendo estrutura e oportunidades, e plantar sementes para um futuro mais promissor, com mais inclusão, desenvolvimento e orgulho para o povo de Conceição do Lago-Açu.

Ex Primeira Dama de São José do Campestre RN Nega do Nenêm Borges sofre tentativa de homicídio dentro de sua propriedade

O caso causa revolta na população, que em 2023, viu seu grande líder assassinado o então prefeito Neném Borges esposo da vítima. A pergunta é: sua viúva também será vítima??



 Segundo o Bom Jesus na Mídia @bomjesusnamidia ,uma grave ocorrência foi registrada neste sábado no município de São José do Campestre. 


A ex-primeira-dama Nega de Neném Borges foi vítima de uma tentativa de homicídio dentro de sua propriedade.


De acordo com informações preliminares, duas mulheres armadas com faca invadiram o local e tentaram atacar a ex-primeira-dama. 


O crime gerou grande repercussão na cidade e mobilizou a população local. 


Apesar da violência da ação, ainda não há confirmação oficial sobre o estado de saúde da vítima, nem detalhes sobre a motivação do ataque. 


O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.


Nega de Neném Borges é viúva do ex-prefeito Neném Borges, que foi assassinado em 2023 dentro de sua residência, crime que também causou grande comoção na região. 


A tentativa de homicídio reacende o clima de preocupação e insegurança no município, diante de mais um episódio grave envolvendo uma figura pública ligada à política local.

Protagonismo de Patrícia Santos é visto na brilhante ação da gestão do prefeito Edilson Alvorada na semana Santa em Palmerandia

 


Mesmo não sendo dia de TBT, esta terça-feira, 14 de abril, é uma excelente oportunidade para relembrar uma ação que marcou positivamente a população de Palmeirândia, na baixada maranhense, e que continua repercutindo até hoje: a entrega do peixe durante a Semana Santa realizada pela gestão do prefeito Edilson Alvorada.

A iniciativa vai muito além de uma ação pontual. Ela carrega um forte simbolismo social, cultural e econômico. Dois aspectos chamam atenção de forma especial: a qualidade do pescado, entregue fresco à população, e a forma organizada e abrangente da distribuição, que conseguiu alcançar praticamente todas as famílias do município, garantindo dignidade e respeito às tradições da Semana Santa.

Outro ponto que merece destaque é a sensibilidade da gestão em adquirir o peixe dentro do próprio município. Essa decisão fortalece a economia local, gera renda, valoriza os trabalhadores da pesca e movimenta o comércio, mostrando que é possível aliar políticas sociais com desenvolvimento econômico. É uma ação que beneficia em cadeia toda a população.

Nesse contexto, a atuação da primeira-dama e secretária de Assistência Social, Patrícia Santos, se destaca de maneira especial. Ao lado do prefeito e de toda a equipe, ela participa ativamente da organização e da entrega, demonstrando compromisso, proximidade com o povo e sensibilidade social. Sua postura atenciosa, humilde e trabalhadora faz toda a diferença no sucesso das ações.

A importância de uma primeira-dama assumir a Secretaria de Assistência Social está justamente nessa conexão direta com quem mais precisa. Quando há dedicação verdadeira, conhecimento da realidade local e presença constante nas comunidades, as políticas públicas se tornam mais humanas e eficazes. A figura da primeira-dama, nesse papel, deixa de ser apenas simbólica e passa a ser protagonista na promoção do bem-estar social.

Em Palmeirândia, esse modelo tem mostrado resultados concretos. A união entre gestão eficiente, sensibilidade social e compromisso com a população transforma ações simples em grandes exemplos de cuidado com as pessoas. E é exatamente isso que faz com que iniciativas como a entrega do peixe ultrapassem o momento em que acontecem e permaneçam vivas na memória e no reconhecimento do povo.

A força de Patrícia Santos não está em sua beleza ou encanto feminino, mas sim na sua essência como mulher pública comprometida com as causas sociais e com o bem-estar da população.

Sua verdadeira força se revela na sensibilidade em enxergar as necessidades de quem mais precisa, na disposição de estar presente nas comunidades, ouvindo, acolhendo e buscando soluções reais. É no trabalho diário, muitas vezes silencioso, que ela constrói uma imagem sólida de dedicação, responsabilidade e respeito ao próximo.

À frente da Assistência Social, Patrícia Santos demonstra que liderança não se impõe, se conquista. E ela conquista através da humildade, da atenção aos detalhes e do cuidado com as pessoas. Sua atuação vai além de um cargo: é uma missão de servir, de fazer a diferença na vida de cada família atendida.

Em um cenário onde muitas vezes a política é marcada por discursos, Patrícia se destaca pela prática. Sua força está na ação, no compromisso e na capacidade de transformar políticas públicas em resultados concretos para a população.

É esse conjunto de qualidades que a torna uma figura importante dentro da gestão, alguém que não apenas representa, mas que verdadeiramente trabalha pelo povo, com empatia, firmeza e propósito.




O futuro chegou mais cedo em Paulino Neves!!



O futuro chegou mais cedo em Paulino Neves! 


Alcançamos 83% de alfabetização, superando agora a meta que era prevista apenas para 2030. Esse resultado histórico, acima das médias nacional e estadual, é fruto da dedicação dos nossos professores e de todos os profissionais da educação.


Obrigado a quem transforma a vida das nossas crianças com compromisso e determinação! 


Fonte: Inep/MEC


Alcançar 83% de alfabetização, superando uma meta que estava prevista apenas para 2030, é mais do que um número: é a prova de que quando há compromisso, investimento e valorização da educação, os resultados chegam — e chegam antes do esperado.

Esse avanço histórico, acima das médias nacional e estadual, demonstra que o trabalho realizado está no caminho certo. A alfabetização na idade adequada é a base de toda a trajetória educacional de uma criança. É nesse momento que se constrói não apenas a capacidade de ler e escrever, mas também o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia e das oportunidades futuras.

Esse resultado também evidencia o papel fundamental dos professores, verdadeiros protagonistas dessa conquista. São eles que, com dedicação, paciência e amor pela profissão, transformam realidades dentro da sala de aula. Da mesma forma, é preciso reconhecer o esforço coletivo de toda a rede de ensino — gestores, coordenadores, equipe de apoio e famílias — que caminham juntos por uma educação de qualidade.

Superar essa meta antes do prazo previsto reforça que investir em educação é investir no futuro. É garantir que nossas crianças tenham mais oportunidades, que nossa sociedade seja mais justa e que o desenvolvimento do município aconteça de forma sólida e duradoura.

Mais do que celebrar, esse momento também nos convida a seguir avançando, fortalecendo políticas públicas educacionais e mantendo o compromisso com cada aluno. Afinal, educar é transformar vidas — e os números mostram que essa transformação já está acontecendo.







A Carreira Politica do Presidente Castelo Branco.




Humberto de Alencar Castelo Branco (1897-1967), o 26º Presidente do Brasil nasceu em Fortaleza, Ceará, no dia 20 de setembro de 1897, filho do oficial do Exército Cândido Borges Castelo Branco e de Antonieta de Alencar Castelo Branco. Entre seus ancestrais figura o romancista e ministro da Justiça do Império José de Alencar (1829-1877).  


Humberto iniciou sua carreira na Escola Militar de Rio Pardo, no Rio Grande do Sul.  Integrou as forças legalistas que viriam a enfrentar e vencer revoltas internas eclodidas em São Paulo, no ano de 1925. Em seguida, retornou para a Escola Militar de Realengo como instrutor de Infantaria em 1927. 


Participou, como muitos outros tenentes de sua época, da Revolução de 1930. Foi também chefe da 3a. Seção (Operações) da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, permanecendo durante trezentos dias nos campos de batalha. Ainda fora do Brasil Castelo Branco foi informado de que Vargas havia sido deposto no dia 29 de outubro de 1945 por um golpe militar chefiado pelos generais Dutra e Pedro Aurélio de Góis Monteiro.


Em março de 1952 Castelo apoiou a constituição da Cruzada Democrática, movimento formado por oficiais preocupados com a infiltração comunista no meio militar.  Diante da conjuntura de agosto de 1954 após o atentado da Rua Tonelero, Castelo Branco alinhou-se aos jovens oficiais e a altas patentes do Exército que, com o apoio da Cruzada Democrática, procuraram forçar Vargas à renúncia.  No dia 23 de agosto, juntamente com vários almirantes e generais, Castelo Branco assinou um documento elaborado por 30 brigadeiros em favor da renúncia de Vargas.


Apesar de Castelo Branco ressaltar em suas preleções na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército que o primeiro dever de um bom oficial era manter o Exército longe da política, os mais destacados líderes militares vinham demonstrando uma crescente tendência a intervir no processo político em curso. Apesar de ter apoiado o movimento de 11 de novembro 1955 em defesa do governo, Castelo Branco não conseguiu convencer os instrutores e alunos do Estado-Maior do Exército de que a atitude do ministro da Guerra era justa, e quase todos eles assinaram um manifesto em que condenavam “a traição de Lott"


Quando da Revolta de Aragarças, deflagrada no início de dezembro de 1959 por oficiais da Aeronáutica contrários a Kubitschek, Castelo Branco comentou em carta ao tenente-coronel Nílton Freixinho que havia, “um erro de visão: o de que o Brasil não pode melhorar dentro do regime constitucional”. Afirmava ainda que “só se faz uma revolução dentro de uma ideologia e impelido por uma forte corrente da opinião pública. O Brasil não quer quarteladas, nem revolução, pelo menos no período que atravessamos"


Em 1960 Castelo Branco foi nomeado diretor de Ensino e Formação do Exército, tornando-se responsável pela coordenação dos colégios militares, dos centros de preparação de oficiais da reserva e da Academia Militar das Agulhas Negras, o que o colocou em contato com as escolas superiores e de especialização do Exército.


Preocupado com as divisões ocorridas no seio das forças armadas em conseqüência da crise nos últimos meses de 1961 a tônica de seus discursos nas escolas de nível superior do Exército foi sempre a conclamação aos líderes para que restabelecessem a unidade e revigorassem o espírito militar. Alertando sempre para os “perigos da ideologia comunista”, afirmava que os militares que colocassem a doutrina comunista acima do compromisso de defender as instituições da nação deveriam exonerar-se das forças armadas.


O episódio ocorrido em maio de 1963 no Nordeste, envolvendo o deputado federal petebista Leonel Brizola e o comandante da Guarnição do Exército em Natal, general Antônio Carlos Murici, constituiu-se, segundo Hélio Silva, na primeira manifestação coletiva dos militares de alta patente contra o governo João Goulart. Brizola acusou o general Murici de “gorila” e “golpista”, criticando suas atitudes contra Goulart e ele próprio, Brizola, na crise da renúncia de Quadros em 1961.


No dia 8, tendo recebido o relatório de Castelo Branco, Kruel dirigiu-se a Goulart pedindo-lhe providências para que Brizola não mais atacasse os comandantes de tropas.  A conspiração militar contra o governo Goulart passava a tomar corpo, articulada sobretudo no Rio de Janeiro por Cordeiro de Farias, Nélson de Melo, Ademar de Queirós, Murici, Orlando Geisel, José Pinheiro Ulhoa Cintra, Costa e Silva, Golberi. Embora ciente de que Castelo Branco se mantinha legalista, o grupo de conspiradores procurou paulatinamente articular-se com ele, que, como chefe do EME, ocupava um alto posto de comando, mais especificamente o segundo na hierarquia militar. Naquele momento, no entanto, a maioria dos oficiais superiores era legalista ou simplesmente não-ativista, embora estivesse apreensiva com os rumos do governo Goulart e em particular com o problema da disciplina e da unidade militar.


Entre os meses de novembro e dezembro de 1963, Castelo Branco esboçou um plano de reorganização do Exército por acreditar na necessidade de uma adequação da organização militar à evolução político-social-econômica do país. Castelo Branco mostrava-se assim preocupado em reformular a doutrina militar do Brasil, sobretudo na parte que dizia respeito à guerra revolucionária  conforme discurso proferido no Estado-Maior em novembro de 1963. Nesse discurso, referindo-se à questão da legalidade, Castelo Branco afirmou ser “compreensível a sua inadequabilidade para promover a evolução política, econômica e social do Brasil”. Segundo Foster Dulles, “embora nos meses seguintes Castelo continuasse a defender a adesão à legalidade, tal como sempre fizera no passado, admitira nesse discurso que as circunstâncias eram tais que impediam a legalidade de salvar a situação”.


O clima de radicalização política do país, que se acelerou em dezembro de 1963 e início de 1964 tanto por parte dos setores pró-Goulart, quanto dos setores oposicionistas, acabou por convencer Castelo Branco da necessidade de formular um plano que evitasse um golpe do governo. Por essa razão, Castelo reuniu-se em fins de janeiro com Cordeiro de Farias, um dos mais destacados articuladores da derrubada de Goulart, e com Ademar de Queirós, o que marcou o início de uma aproximação entre os conspiradores 


Na manhã do dia 31 de Março, com o objetivo de deflagrar o movimento anti-Goulart, o general Mourão Filho partiu de Juiz de Fora com seus homens em direção ao Rio. Considerado precipitado, o gesto de Mourão surpreendeu a oficialidade, inclusive Castelo Branco, que entrou imediatamente em contato com Magalhães Pinto para que fosse emitida uma ordem de volta aos quartéis. Diante da negativa de Magalhães Pinto, sob o argurnento de que as tropas já estavam próximas da fronteira de Minas com o estado do Rio de Janeiro, Castelo Branco avisou aos oficiais que não havia outra escolha a não ser apoiar o levante de Mourão Filho que, caso contrário, seria esmagado. Com o objetivo de fortalecer a ação no Sul do país, Castelo Branco enviou nota ao general Adalberto Pereira dos Santos, onde definiu sucintamente os propósitos do levante, entre os quais garantir a ordem para a restauração da legalidade, eliminar o desenvolvimento do comunismo, restabelecer a Federação e defender as instituições militares.


Estando em sua casa na noite do dia 5 de Abril, após um convite feito pelos cinco governadores, que se haviam reunido com Costa e Silva naquele mesmo dia, e instado ainda por Juraci Magalhães, José Maria Alkmin e o deputado José da Costa Cavalcanti, Castelo Branco finalmente aceitou a indicação de seu nome para a presidência da República. Na ocasião foi informado de que a UDN, o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Social Progressista (PSP) eram favoráveis à sua candidatura. Mais tarde chegaram à sua casa os deputados udenistas mineiros Olavo Bilac Pinto e Pedro Aleixo, juntamente com o jurista Carlos Medeiros Silva, que trazia o rascunho de um ato adicional, dias depois promulgado como o primeiro ato institucional, que dispunha sobre algumas medidas tidas como necessárias à instalação do novo regime.


Estando em sua casa na noite do dia 5 de Abril, após um novo convite feito pelos cinco governadores, que se haviam reunido com Costa e Silva naquele mesmo dia, e instado ainda por Juraci Magalhães, José Maria Alkmin e o deputado José da Costa Cavalcanti, Castelo Branco finalmente aceitou a indicação de seu nome para a presidência da República. Na ocasião foi informado de que a UDN, o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Social Progressista (PSP) eram favoráveis à sua candidatura. Mais tarde chegaram à sua casa os deputados udenistas mineiros Olavo Bilac Pinto e Pedro Aleixo, juntamente com o jurista Carlos Medeiros Silva, que trazia o rascunho de um ato adicional, dias depois promulgado como o primeiro ato institucional, que dispunha sobre algumas medidas tidas como necessárias à instalação do novo regime.


Castelo tomou ainda várias medidas visando à criação dos instrumentos considerados necessários para garantir o novo regime implantado.


No dia 9 de abril de 1964, com o objetivo de punir os principais expoentes do governo anterior, agora considerados subversivos, o Comando Supremo da Revolução baixou o primeiro Ato Institucional (AI-1), cuja redação final foi de Francisco Campos. 


No dia 10 de abril, a junta militar divulgou a primeira lista dos atingidos pelo AI-1, composta de 102 nomes. Foram cassados os mandatos de 41 deputados federais e suspensos os direitos políticos de várias personalidades de destaque na vida nacional, entre as quais Goulart, Jânio Quadros, o secretário-geral do proscrito Partido Comunista Brasileiro (PCB), Luís Carlos Prestes, o governador deposto de Pernambuco Arrais, o deputado federal Brizola, além de magistrados, oficiais das forças armadas e numerosos líderes sindicais. No dia 11 de abril, 122 oficiais foram transferidos para a reserva.


No dia 25 de outubro de 1965 os líderes civis do movimento político-militar de março de 1964 (Lacerda, Magalhães Pinto e Ademar de Barros) romperam definitivamente com Castelo, em protesto contra a política econômico-financeira vigente e contra as medidas políticas adotadas. A partir daí Castelo passou a não ter mais esperanças em relação à aprovação das reformas políticas pelo Congresso. A essa altura a dissidência civil ia paulatinamente tomando corpo.


A crise que ameaçava derrubar o governo Castelo chegaria ao auge com o desenvolvimento de uma conspiração militar deflagrada no dia 5 de outubro, cuja liderança era atribuída ao general Afonso Augusto de Albuquerque Lima, chefe do Estado-Maior do I Exército. O próprio ministro da Guerra ocupou-se do caso, indo pessoalmente à Vila Militar, quartel-general da 1ª Divisão de Infantaria do Rio de Janeiro, e local onde se reuniam quase todos os oficiais do I Exército, de prontidão desde o dia 4. A ida de Costa e Silva à Vila Militar tinha o objetivo de demonstrar a unidade das forças armadas


Castelo reuniu-se Outubro de 1965  em Brasília com os ministros militares e o ministro da Justiça, ficando decidida a promulgação do Ato Institucional nº 2 (AI-2). Assim, em pronunciamento à nação no dia 27 de outubro, Castelo afirmou que “a Revolução brasileira, como todo movimento nacional, está submetida a contingências e a circunstâncias diversas”. No final do discurso, anunciou sua decisão de editar o AI-2, afirmando que “o poder constituinte da revolução, que lhe é intrínseco, tem por objeto não somente institucionalizar mas igualmente assegurar a continuidade da obra que ela se propôs a realizar”.


O AI-2 incorporou e radicalizou as medidas anteriormente propostas, fazendo cessar a vigência da Constituição de 1946 em muitas de suas disposições fundamentais. Além de extinguir os partidos políticos existentes e estabelecer eleições indiretas para a presidência da República, o novo ato reabriu o processo de cassações de mandatos e suspensão de direitos políticos. Concedeu também amplos poderes ao presidente, como a iniciativa exclusiva das leis sobre matéria financeira e a faculdade de ordenar o recesso do Congresso e legislar por decretos. O ato facilitava a intervenção federal nos estados, assim como a decretação do estado de sítio no país. Na esfera do Poder Judiciário, o AI-2 ampliou a competência da Justiça Militar, que passou a julgar os civis acusados de crimes contra a segurança nacional, além de aumentar de l l para 16 o número de juízes do STF.


No dia 5 de fevereiro de 1966 Castelo  editou o AI-3, que estabelecia eleições indiretas para os governos estaduais e fixava o calendário eleitoral. Assim, os governadores estaduais seriam eleitos em 3 de setembro de 1966, através de votação nominal, pela maioria dos membros das assembléias legislativas dos estados. Um mês depois, a 3 de outubro, seriam realizadas as eleições para a presidência da República e para o dia 15 de novembro estava marcada a eleição dos senadores e deputados federais e estaduais por via direta. Dessa forma, Castelo se esforçava em colocar nos postos-chave estaduais e municipais elementos que garantissem a continuidade do sistema implantado em 1964.


O governo Castelo Branco implementou o PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo), focado em estabilizar a economia, reduzir a inflação (de ~90% para ~25%) e modernizar o sistema financeiro. A gestão criou o Banco Central, o Conselho Monetário Nacional e o FGTS, adotando arrocho salarial e reformas tributárias 


O Estatuto da Terra (Lei nº 4.504), promulgado em 30 de novembro de 1964 pelo governo Castelo Branco, é o marco legal que regulamenta a reforma agrária e a política agrícola no Brasil. Ele estabeleceu a função social da propriedade, possibilitando a desapropriação de terras improdutivas.


O problema da energia nuclear no campo internacional foi ainda motivo de preocupação do governo Castelo, que participou da criação, em fins de 1964, da Comissão Preparatória para a Desnuclearização da América Latina (Copredal). Coube ao embaixador José Sete Câmara, chefe da delegação permanente na ONU, a elaboração das propostas apresentadas à Copredal, que definiriam a posição do Brasil no tocante à utilização da energia nuclear.


Durante o governo Castelo, o acontecimento internacional de maior amplitude foi a realização da II Conferência Interamericana Extraordinária na cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa da reunião coube ao Brasil, Guatemala e Uruguai, que desejavam a reformulação da Carta da OEA visando ao aperfeiçoamento e ao fortalecimento do sistema interamericano.


Em dezembro de 1965, o embaixador Lincoln Gordon transmitiu a Castelo o pedido do presidente Lyndon Johnson para que o Brasil colaborasse com os Estados Unidos na sua intervenção no Vietnã. Na ocasião, Johnson sugeriu a Castelo o envio de tropas terrestres, navios ou aviões, além de médicos e enfermeiros. Embora solidário com a posição norte-americana, Castelo não atendeu ao pedido, limitando-se à remessa de provisões para as populações sul-vietnamitas. Como decorrência da política de colaboração com os Estados Unidos, o Brasil se envolveu na guerra civil desencadeada em maio de 1965 na República Dominicana


Considerando que o Brasil deveria assumir responsabilidades inerentes à sua posição no continente e de acordo com seus princípios na área de política externa, Castelo se dispôs a enviar também tropas brasileiras para São Domingos. No dia 3 de maio, chegou ao Brasil o subsecretário de Estado dos Estados Unidos, que, em nome de Johnson, veio negociar o envio das tropas brasileiras, integrando um contingente militar interamericano. Três dias depois os ministros das Relações Exteriores dos países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) decidiram criar oficialmente a Força Interamericana de Paz (FIP) para a intervenção na República Dominicana.


Durante o governo Castelo, visitaram ainda o país os presidentes da Alemanha Ocidental (Heinrich Luebke — maio de 1964); do Senegal (Leopold Senghor — setembro de 1964); da França (Charles de Gaulle — outubro de 1964) e o xá do Irã (maio de 1965).


Também durante seu governo, foi assinada com o Paraguai a Ata das Cataratas, ficando estabelecido o princípio da exploração conjunta pelos dois países da energia de Sete Quedas. Castelo empreendeu ainda a reaproximação com Portugal e suas colônias africanas, propondo a criação de uma comunidade afro-luso-brasileira.


Ao encerrar o mandato, Castelo retirou-se da vida pública e voltou a lecionar na Escola Superior de Guerra. Vários elementos castelistas no entanto permaneceriam por certo tempo no governo Costa e Silva, constituindo-se como uma equipe notoriamente incompatibilizada com o novo presidente.


No dia 18 de julho de 1967, Castelo se dirigia a Fortaleza de volta de uma viagem à fazenda de uma parente, a escritora Raquel de Queirós, quando o pequeno avião que o transportava colidiu, na localidade de Mondubim (distrito de Fortaleza), com um caça a jato da base aérea da cidade. O acidente causou a morte do ex-presidente e de seus acompanhantes. Castelo Branco foi sepultado no Rio de Janeiro e, em julho de 1972, seus restos mortais e os de sua esposa — falecida em 1963 — foram levados para Fortaleza e depositados no mausoléu da Abolição, construído pelo arquiteto Sérgio Bernardes, junto ao palácio do governo.


A seu respeito, John W. Foster Dulles escreveu Castelo Branco: o caminho para a presidência (1979) e Presidente Castelo Branco — the Brazilian reformer (1980). Sobre seu governo especificamente, Luís Viana Filho escreveu O governo Castelo Branco (1975).


Vários logradouros foram nomeados em sua homenagem, como a  Rodovia Castelo Branco (SP-280): Principal rodovia de ligação entre a capital paulista e o oeste do estado.


Um município em Santa Catarina (antigo Dois Irmãos) e outro no Paraná receberam o nome de Presidente Castelo Branco. O município de Presidente João Goulart, criado no Amazonas em 1963, foi rebatizado Presidente Castelo Branco, mas deixou de existir ainda em 1964.


Fonte: https://atlas.fgv.br/verbete/1205.