quinta-feira, outubro 15, 2026

Olha o anúncio do prefeito Juvenal Silva de Parnarama!!!

 


VEM AÍ O FESTEJA PARNARAMA! 


Prepare o coração, porque no dia 22 de novembro tem show da maior banda de forró do planeta: CALCINHA PRETA! 


Vai ser uma noite inesquecível, com muito romantismo, grandes sucessos e aquele forró que todo mundo ama! 


🔥 Pode preparar a voz, porque vai ser paixão nacional em Parnarama! 🖤🎶




BIRA CONTINUA COLHENDO AS CONSEQUÊNCIAS DE SUAS ATITUDES EM GRAÇA ARANHA


Insatisfação cresce entre antigos apoiadores, e eleitores que ajudaram a construir a vitória do prefeito começam a manifestar publicamente sua decepção com a atual gestão.



O prefeito Bira, de Graça Aranha, continua enfrentando os reflexos políticos de suas atitudes. O que chama a atenção neste momento é a manifestação de pessoas que estiveram ao seu lado, acreditaram em suas propostas, depositaram confiança em seu projeto político e contribuíram para que ele chegasse ao comando do município. Agora, parte desses mesmos eleitores começa a expressar publicamente sua insatisfação e a afirmar, de maneira firme e corajosa, que não pretende mais votar nele.

Quando o descontentamento parte de quem ajudou a eleger um gestor, o sinal de alerta precisa ser levado a sério. Afinal, a crítica de um adversário político pode ser vista como parte natural da disputa, mas a decepção de antigos apoiadores tem outro peso. São pessoas que, em algum momento, acreditaram nas promessas, confiaram nas palavras e esperaram que a administração correspondesse às expectativas criadas durante a campanha.

Em política, conquistar votos é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio começa depois da vitória, quando chega a hora de transformar compromissos em ações, discursos em resultados e promessas em benefícios concretos para a população.

O preço de perder a confiança do povo

A política ensina uma lição que muitos gestores só compreendem quando os sinais de desgaste já estão evidentes: o voto pode garantir uma vitória nas urnas, mas somente o trabalho, o respeito e a responsabilidade conseguem manter viva a confiança popular.

As manifestações de eleitores decepcionados representam um recado que não deve ser ignorado. Quando cidadãos que antes defendiam um prefeito passam a questionar suas atitudes e a declarar que não lhe darão novamente o voto, é necessário refletir sobre o que está acontecendo e quais expectativas deixaram de ser atendidas.

Em Graça Aranha, o debate político ganha novos contornos diante dessas demonstrações de insatisfação. O eleitor está cada vez mais consciente de que tem o direito de cobrar, questionar e avaliar aqueles que receberam sua confiança. Não existe compromisso eterno com um político, assim como não existe mandato que coloque um gestor acima da avaliação da sociedade.

Quem escolhe a vida pública precisa estar preparado para ouvir elogios, mas também para enfrentar críticas. Governar exige maturidade, capacidade de diálogo e, sobretudo, humildade para reconhecer erros e corrigir caminhos quando necessário.

A ingratidão política cobra seu preço

Na política, as relações construídas durante uma campanha precisam ser sustentadas por respeito e consideração depois da vitória. Ignorar aqueles que contribuíram para chegar ao poder, deixar de ouvir a população ou agir de maneira incompatível com as expectativas criadas pode provocar um distanciamento difícil de reverter.

A confiança popular não desaparece necessariamente de uma hora para outra. Muitas vezes, ela se desgasta a cada decepção, a cada expectativa frustrada e a cada oportunidade perdida de demonstrar compromisso com a comunidade.


Graça Aranha merece respeito, diálogo e compromisso

O povo de Graça Aranha não pode ser lembrado apenas em período eleitoral. A população merece atenção permanente, respeito às suas reivindicações e uma administração comprometida com as necessidades coletivas.


A grande verdade da política é que ninguém consegue sustentar uma liderança apenas com discursos. É preciso conquistar respeito todos os dias, inclusive daqueles que já acreditaram em você.



Filho de ex vereador de União PI rebate discurso de Eduardo Bacelar

 


Pedro Lucas, filho do ex-vereador Pedro Gomes da Silva, fez críticas à postura de políticos que utilizam a tribuna para reclamar de cargos, indicações e espaço na administração municipal. As declarações fazem referência ao cenário político de União e ocorrem em meio às manifestações recentes do presidente da Câmara, Eduardo Bacelar, que anunciou rompimento político com o prefeito Gustavo Medeiros.


Em sua fala, Pedro Lucas questionou a motivação de parlamentares que, segundo ele, passam a cobrar reconhecimento quando seus interesses políticos não são atendidos. Também criticou a cobrança por cargos e indicou que a atuação dos vereadores deve priorizar projetos e melhorias para a população. “O que muda a vida do povo é projeto na mesa e obra na rua, o resto é conversa”, declarou.


Pedro Lucas também mencionou a aprovação de empréstimos e a execução de obras no município, questionando a postura de políticos que apoiam medidas da gestão e depois passam a criticá-la. O discurso apresenta uma interpretação crítica sobre as disputas por espaço político e os movimentos de reorganização de grupos com a aproximação do próximo período eleitoral.


Filho de Pedro Gomes da Silva, Pedro Lucas também fez referência à relação do pai com o Poder Legislativo municipal. Pedro Gomes foi uma figura conhecida na política de União. Após disputar cinco eleições consecutivas sem conseguir se eleger, conquistou seu primeiro mandato de vereador em 2012, pelo PTN, e foi reeleito em 2016 pelo PRB, com 1.062 votos.


Pedro Gomes morreu em 13 de fevereiro de 2019, aos 57 anos, em Teresina. Em sua homenagem, a Câmara Municipal deu seu nome ao plenário da Casa.


🎥Reprodução - @/pedrolucasags


Fonte: União sem Limites 

Antigo G6 vai se desfazendo em Aldeias Altas, enquanto o trabalho de Kedson Lima ganha espaço no cenário político

Durante Sessão vereador de Aldeias Altas, Daniel do Véi Zé anuncia sua saída do G6 



A política tem suas lições: grupos construídos sem confiança, lealdade e compromisso podem perder força com o tempo. Em Aldeias Altas, o cenário político passa por transformações, e o trabalho de Kedson Lima se torna parte importante desse debate.


Na política, os grupos não se sustentam apenas por conveniências momentâneas, interesses individuais ou acordos que funcionam enquanto todos acreditam estar ganhando alguma coisa. Uma aliança verdadeiramente sólida precisa ser construída sobre confiança, respeito, compromisso e, sobretudo, lealdade. Quando esses pilares começam a ruir, o que parecia inabalável pode se transformar em uma estrutura cada vez mais frágil.


Em Aldeias Altas, o antigo G6, enfrenta questionamentos sobre sua capacidade de permanecer unido. O grupo que um dia reuniu forças e alimentou expectativas  vive um período de desgaste, em meio às mudanças de posicionamento e à dinâmica natural da política municipal.


E a pergunta que fica é: o que acontece quando os interesses individuais passam a falar mais alto do que os compromissos assumidos coletivamente?


A história política está repleta de exemplos de grupos que perderam sua força não necessariamente por falta de oportunidades, mas pela dificuldade de preservar a unidade, administrar divergências e reconhecer a contribuição de cada integrante. Afinal, nenhuma aliança sobrevive por muito tempo quando a confiança deixa de ser a base das relações. É isso que está acontecendo com o G6.



Nada construído sobre a ingratidão consegue prosperar por muito tempo. Essa é uma lição que ultrapassa os limites da política e alcança todas as áreas da vida. Quem caminha ao lado de alguém precisa compreender que parceria não significa apenas dividir conquistas, mas também reconhecer esforços, respeitar compromissos e valorizar aqueles que ajudaram a construir uma trajetória.


Enquanto o antigo G6 enfrenta esse cenário de desgaste, Kedson Lima aparece como uma figura importante no debate político de Aldeias Altas. Seu trabalho, sua presença e sua capacidade de articulação são elementos que ajudam a explicar por que seu nome permanece em evidência nas discussões sobre os rumos do município.


É nesse contexto que a metáfora ganha força: o trabalho de Kedson Lima parece fazer o antigo G6 derreter como Sonrisal na água. Uma imagem que traduz, no campo da opinião política, a percepção de que as antigas estruturas já não apresentam a mesma consistência de outros tempos.


  


Kedson Lima, por sua vez, tem  demonstrando que seu trabalho não depende apenas das fragilidades dos adversários, mas da capacidade de manter compromissos, dialogar com a população e construir relações políticas duradouras.


No fim das contas, o tempo costuma colocar à prova as alianças e revelar a consistência de cada projeto. Grupos podem crescer rapidamente, mas somente a capacidade de conviver com as diferenças, honrar compromissos e respeitar os parceiros permite construir uma trajetória duradoura.


Em Aldeias Altas, o antigo G6 enfrenta o desafio de preservar sua unidade, enquanto Kedson Lima segue bem posicionado  marcada por articulações e mudanças de cenário. E fica a reflexão: na política, quem não valoriza a lealdade corre o risco de descobrir, tarde demais, que nenhum grupo é forte quando seus próprios alicerces deixam de sustentá-lo.



quarta-feira, outubro 14, 2026

Sílvio Mendes, Iracema Portella não é boba! Respeito e humildade também fazem parte da política



Quem fala bobagem são os abestalhados! Iracema Portella merece respeito por sua história, sua trajetória política e, sobretudo, pela confiança que depositou em pessoas que ajudou a chegar ao poder.

Dr. Sílvio Mendes, é preciso ter mais humildade e reconhecer a importância de quem esteve ao seu lado nos momentos decisivos. Iracema Portella trabalhou, se empenhou e colocou sua credibilidade em uma caminhada política na qual acreditou. Por isso, causa indignação quando alguém que recebeu tanta confiança parece esquecer o valor daqueles que contribuíram para sua trajetória.

A política não pode ser feita apenas de conveniências, interesses e alianças enquanto tudo está dando certo. É justamente nos momentos de divergência que o caráter de uma liderança se revela. Respeitar os aliados não é um favor, mas uma obrigação moral de quem compreende o verdadeiro significado da palavra gratidão.

Iracema Portella não é uma pessoa sem história, sem experiência ou sem voz. Tem sua própria trajetória e merece ser tratada com consideração. Divergências podem existir, opiniões podem ser diferentes, mas nada justifica que a contribuição de uma aliada seja desconsiderada ou que sua dignidade seja colocada em questão.

Dr. Sílvio Mendes, o poder passa, os cargos são passageiros, mas o respeito e a gratidão deixam marcas que permanecem. Quem recebeu apoio precisa ter a humildade de reconhecer aqueles que estenderam a mão quando a caminhada exigia união, confiança e compromisso.

Afinal, como pode alguém depositar tanta confiança em uma liderança, trabalhar por sua eleição e, depois, ter de ouvir declarações que considera desrespeitosas?

A pergunta que fica é simples: onde está a humildade de reconhecer quem também fez parte dessa história?

Política se faz com diálogo, lealdade e respeito. E nenhuma liderança, por maior que seja o cargo que ocupa, deve se esquecer de que ninguém chega longe sozinho.

Iracema Portella merece respeito. Gratidão não é fraqueza, humildade não diminui ninguém e reconhecer o valor de uma aliada é uma demonstração de grandeza.

Quando o pedido de desculpas vem depois do estrago


Rafael Fonteles venceu as eleições, mas o episódio envolvendo o senador Ciro Nogueira levanta uma reflexão sobre os limites do confronto político e o verdadeiro significado de pedir desculpas.



Na política, vencer uma eleição não significa ter razão em todas as atitudes, assim como perder uma disputa não significa perder a dignidade. O resultado das urnas é uma manifestação soberana da vontade popular, mas o respeito, a responsabilidade e a capacidade de reconhecer os próprios erros continuam sendo valores indispensáveis na vida pública.

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, mesmo tendo conquistado a vitória eleitoral no último dia 4 de outubro, precisa compreender que as disputas políticas não devem ultrapassar os limites do respeito pessoal e institucional. O episódio envolvendo o senador Ciro Nogueira abre espaço para uma reflexão importante: até que ponto vale a pena levar um confronto político ao extremo?

Quando palavras duras são ditas, acusações são lançadas e feridas são abertas, um eventual pedido de desculpas pode até representar uma tentativa de reconstruir pontes. Entretanto, quando esse gesto acontece depois de grandes desgastes, é natural que surjam questionamentos sobre sua espontaneidade, suas motivações e sua sinceridade.

Um pedido de desculpas só ganha força quando vem acompanhado de reconhecimento, humildade e mudança de postura. Caso contrário, corre o risco de ser interpretado apenas como uma tentativa de reduzir os danos provocados por uma crise.

A política é dinâmica. Hoje, alguém comemora uma vitória; amanhã, pode enfrentar uma derrota. Hoje, um governante ocupa uma posição de força; amanhã, precisará lidar com as consequências de suas escolhas. É justamente por isso que a prudência deve acompanhar o poder, e o respeito não pode depender da conveniência eleitoral.

E fica a pergunta que merece reflexão: quando Rafael Fonteles experimentar o outro lado das urnas e enfrentar uma derrota eleitoral, como reagirá? Saberá reconhecer o resultado, respeitar os adversários e manter o equilíbrio que se espera de um homem público?

Uma reflexão sobre a postura que deve ser exigida de qualquer liderança democrática, independentemente de partido, cargo ou resultado eleitoral.

A vitória passa. Os mandatos terminam. As alianças mudam. Mas as palavras pronunciadas e as atitudes tomadas permanecem na memória da sociedade.

No fim das contas, a grandeza de um líder não se mede apenas pela capacidade de vencer eleições, mas também pela maneira como trata seus adversários, enfrenta as divergências e assume a responsabilidade por aquilo que diz e faz.

Porque pedir desculpas depois do estrago é uma coisa; ter humildade para evitar que ele aconteça é outra completamente diferente.

Prefeito Pablo Carvalho de Sebastião Barros PI busca em Brasília recursos com o deputado Georgiano

 


O prefeito de Sebastião Barros, Pablo Carvalho, esteve reunido nesta quarta-feira (14), em Brasília, com o deputado federal Georgiano Neto e com o senador Marcelo Castro. O encontro em busca de parcerias e investimentos para o município também contou com a participação da primeira-dama Gabriela Carvalho e do vereador Diomar.


Durante as agendas na capital federal, a comitiva municipal apresentou diversas demandas prioritárias para a cidade, incluindo pedidos de custeio, novas obras e melhorias voltadas diretamente para a ampliação da qualidade de vida da população de Sebastião Barros.


As reuniões oficiais em Brasília fazem parte do esforço contínuo da gestão municipal para viabilizar recursos federais e garantir o apoio político necessário junto aos representantes do estado, visando atender às principais necessidades de desenvolvimento da cidade e da região.